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sábado, 13 de junho de 2015

2ª edição do Campeonato Nacional de Seleções Distritais




A 4 e 5 de julho realiza-se em Pombal a 2ª edição do Campeonato Nacional de Seleções Distritais, nos escalões Absoluto e Jovens. 

A prova que conta com o apoio da Associação de Xadrez de Leiria e da Câmara Municipal de Pombal, irá juntar os melhores de cada distrito na procura deste título nacional que o ano passado foi conquistado nos dois escalões pelo Distrito de Braga.


»Calendário:

- 04/07: 10h00 Ronda 1
- 04/07: 15h00 Ronda 2
- 05/07: 10h00 Ronda 3
- 05/07: 15h00 Ronda 4


Todas as informações em http://www.fpx.pt/web/nacional/historico/2014-2015/selecoes-distritais.


por:  F.P.X.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Olimpíadas de Xadrez 2014: Convocatória





As Olimpíadas de Xadrez 2014 estão quase aí. As Olimpíadas de Xadrez 2014 disputam-se em Tromso, na Noruega, de 1 a 14 de agosto de 2014. 

São esperados mais de 1500 jogadores de 160 países de todo o mundo, nesta que é a maior competição de Xadrez mundial. 

Portugal estará representado pelas Seleções Nacionais Absoluta e Feminina, que são constituídas por 5 jogadores e 5 jogadoras, respetivamente.

Com base no Regulamento Geral de Seleções Nacionais e Representações Internacionais, foi escolhido como Selecionador Nacional para as Seleções Nacionais Absoluta e Feminina 2014, António Pereira dos Santos. O Selecionador Nacional convoca para esta prova os seguintes jogadores:

                Seleção Absoluta
RUI DÂMASO
FC Barreirense
2402
SÉRGIO ROCHA
FC Barreirense
2400
PAULO DIAS
Sporting CP
2397
JORGE FERREIRA
GD Dias Ferreira
2376
HUGO LIMA SANTOS
Clube TAP
2252


                Seleção Feminina
MARGARIDA COIMBRA
Palma e Arredores
2072
MARIA INÊS OLIVEIRA
AAD-NXV S. Cosme
1970
SARA MONTEIRO
ADRC Mata de Benfica
1825
SANDRA CORREIA
CPND Albufeira
1769
RITA JORGE
Sporting CP
1663



Mais informações sobre a participação portuguesa brevemente. 

Todas as informações sobre a prova podem ser consultadas no site oficial do evento em https://chess24.com/en/olympiad2014.



por F.P.X.







quarta-feira, 12 de maio de 2010

António Pereira dos Santos é Seleccionador Nacional



António Pereira dos Santos é o novo Seleccionador Nacional !






A FPX nomeou como seleccionador nacional (absoluta e feminina) António Pereira dos Santos.

O novo seleccionador entra em funções de imediato e vai ser da sua responsabilidade todo o processo de selecção relacionado com as próximas olimpíadas.



in site da Federação Portuguesa de Xadrez
Foto: Ala de Rei

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Reacção da APMX á notícia do Jornal 'Record'


Ainda sobre a polémica com a Selecção Nacional de Xadrez e a exclusão do actual Campeão Nacional, a Associação Portuguesa de Mestres de Xadrez publicou, no seu site, esta "notícia do Record e um comentário:



Notícia no Record
http://www.record.pt/noticia.asp?id=809998&idCanal=313

António
Bravo, presidente da FPX, diz que foi aplicada a metodologia das
direcções anteriores em relação à Selecção, que nem sequer tem seleccionador,
alegadamente por falta de verbas: “Voltar atrás seria uma falta de respeito pelos
seleccionados. Cumprimos regulamentos. A Selecção não foi lesada porque os
valores são semelhantes. A Associação de Mestres, por exemplo, nada fez para
mudar os regulamentos. Sou presidente numa situação de recurso e não houve
listas al
ternativas nas eleições. Existem locais próprios para estes assuntos
serem debatidos.”


Nota: tanto quanto se saiba não houve desmentido quanto ao conteúdo e forma
desta notícia.


Comentário

a) Se tivermos em conta todos os aspectos formais, há seleccionador, tal como é
escrito n
o documento de esclarecimento da FPX:

“Entrando em alguns detalhes: não sendo possível, por questões financeiras,
contratar seleccionador, assim a direcção da FPX decidiu seguir os
procedimentos das anteriores direcções para a convocatória e o porta-voz da
direcção, neste caso o Presidente, assumiria a função de seleccionador

cumprindo as decisões da direcção.”

b) A afirmação de que a selecção não foi lesada porque os valores são
semelhantes é realmente muito infeliz, passando para a opinião pública u
ma
imagem de muito pouco rigor. Um processo de selecção é sempre
muito
delicado. No caso concreto, a selecção absoluta deixou de fora o jogador que
terá a melhor classificação Elo em Portugal e o actual campeão nacional. A
selecção feminina originou contestação imediata por parte de uma boa parte
das jogadoras dessa mesma selecção. Qualquer pessoa, mesmo sem estar por

dentro do xadrez, entenderá que o assunto não é fácil... Qual é a base
argumentativa que sustenta esta crença na semelhança de valores?

c) Talvez a APMX devesse ter proposto nova fórmula de seleccção há mais
tempo. Certamente que a APMX terá de estudar internamente o assunto num
futuro próximo. Mas é claro que o objectivo da afirmação feita não pode ser
responder ao comunicado feito pela APMX em relação às selecções para
Dresden. Leia-se a logo a primeira parte do dito comunicado:

“Antes de apontar as razões referidas, é importante realçar que a APMX
defendeu e continua a defender a existência de um bom, objectivo e conhecido
com considerável antecedência regulamento de representações nacionais. Bom
no sentido em que permita tanto quanto possível a escolha dos melhores

jogadores à data da prova. Objectivo no sentido em que permita uma
relativamente simples compreensão do seu teor. Conhecido com considerável
antecedência para que permita a qualquer jogador saber como fazer para tentar
a sua selecção. Sabendo que a melhoria dos regulamentos não deve ser
discutida nem efectuada perto da data de convocatórias, frisamos que não é
neste sentido que decorre a nossa posição. O que dizemos é que, mesmo com
o regulamento em vigor, o processo de selecções foi muito mal conduzido
pela Direcção da FPX.”

Ou seja, mesmo com o actual regulamento, nós discordámos do processo
realizado. Repare-se que a nossa vizinha Espanha escolheu a sua selecção há
pouco tempo. Veja-se aqui:

http://www.feda.org/circulares_detall.php?id=71&circular=Circular%2031/20
08


O que aconteceu para que o pdf espanhol tenha a data de 13 de Outubro de
2008 e nós em Portugal termos sido tão apressados? Respostas a este tipo de
questão é que deveriam estar no artigo do jornal Record.

d) Durante quanto tempo se é presidente de recurso? É claro que é louvável
pessoas ocupadas aceitarem utilizar uma grande parte do seu tempo em favor
do xadrez, nomeadamente ocupando muito difíceis cargos directivos. Não se
pense que a APMX não respeita esse tipo de atitude, compreendendo os
enormes sacrifícios por vezes implicados. Mas também é certo que quem
assume esses cargos tem de estar pronto para uma grande carga de
responsabilidades. É por isso que o cargo é difícil. No caso em causa, os
problemas inerentes ao processo de selecção não surgiram, nem das imposições
regulamentares, nem da APMX, nem de existência ou não de situações de
recurso. As decisões tomadas foram inteiramente da responsabilidade da
Direcção da FPX, quer se concorde quer se discorde.

Domingo, 2 de Novembro de 2008,

Assina: Carlos Manuel Ferreira Pereira dos Santos





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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Comunicado da Associação Portuguesa de Mestres de Xadrez

Após discussão interna, a APMX publicou a sua posição quanto às recentes convocatórias para Dresden.



Associação Portuguesa de Mestres de Xadrez

Comunicado

Assunto: Selecções Nacionais para as Olimpíadas de Dresden

Este comunicado surge da verificação de um sentimento de discórdia bastante generalizado nos membros da APMX face às recentes escolhas para as selecções nacionais para as olimpíadas de xadrez que decorrerão em Dresden.

Este comunicado tem por objectivo apontar os pontos principais que estão na base dessa discórdia frisando dessa maneira o profundo desacordo da APMX em relação a todo o processo que levou às ditas escolhas.

Antes de apontar as razões referidas, é importante realçar que a
APMX defendeu e continua a defender a existência de um bom, objectivo e conhecido com considerável antecedência regulamento de representações nacionais. Bom no sentido em que permita tanto quanto possível a escolha dos melhores jogadores à data da prova. Objectivo no sentido em que permita uma relativamente simples compreensão do seu teor. Conhecido com considerável antecedência para que permita a qualquer jogador saber como fazer para tentar a sua selecção. Sabendo que a melhoria dos regulamentos não deve ser discutida nem efectuada perto da data de convocatórias, frisamos que não é neste sentido que decorre a nossa posição. O que dizemos é que, mesmo com o regulamento em vigor, o processo de selecções foi muito mal conduzido pela Direcção da FPX.

A escolha dos seleccionados foi efectuada com base em critérios
conhecidos e já utilizados no passado. No entanto, o prazo para aplicação dos ditos critérios deixou muito a desejar. Segundo esclarecimento oficial, assinado pelo Presidente da FPX, o prazo e razão para as escolhas foram as seguintes:

«De acordo com o regulamento, descrito no boletim nº1, publicado

na página oficial das Olimpíadas, as inscrições terminavam a 12 de
Julho. Assim ficou decidido que só se considerariam competições
até ao 31 de Maio (prazo estabelecido para a contabilização de
provas para a lista de elo FIDE de Julho), para efeitos dos critérios
das selecções olímpicas. Foi considerada uma excepção para os
torneios de Mestres e de Honra, que estando inicialmente
calendarizados para Maio e tendo sido adiados por questões
organizativas, não deveriam penalizar os jogadores pelo facto da
prova não se ter realizado na data prevista, uma vez que seria a
última oportunidade para alguns jogadores conseguirem a sua
selecção.»

Embora se verificasse o conhecimento de outro prazo limite imposto
pela organização, o dia 12 de Setembro de 2008 (já conhecido desde início de Junho), a Direcção da FPX manifestou no mesmo documento de esclarecimento o seu receio de penalizações financeiras e a consequente não consideração desta data limite como referência para a escolha do prazo de aplicação dos critérios.

A nosso ver, em nome de uma melhor escolha, deveria ter sido
muito melhor indagada a possibilidade de utilização de um prazo mais tardio. Diz-nos a experiência passada que muito mais importante do que o acto de explicitar os nomes é o acto de explicitar o número de jogadores. Os nomes podem ser concretizados mais perto da data da prova. Tudo leva a crer que
uma simples argumentação junto da organização, junto com a indicação do número de pessoas a inscrever, resolveria o problema das penalizações. A escolha da data de 12 de Junho como referência para a escolha revelou-se um erro considerável com preço a pagar na qualidade das selecções escolhidas.

Outro ponto a realçar, de teor diferente, verificou-se na decisão relativa à selecção feminina. Um dos elementos escolhidos, a jogadora Maria Armanda Plácido, era na altura simultaneamente directora da FPX e seleccionada. Em princípio, este facto não levanta nenhum problema de incompatibilidade, não fosse o facto de os critérios só funcionarem na data em que foram utilizados, de a grande maioria da comunidade xadrezística desconfiar da sua força de jogo para esta representação e de colegas suas de selecção terem manifestado publicamente o mesmo tipo de desconfiança. Para mais, o Campeonato Nacional Feminino de 2008, um dos torneios mais relevantes para esta escolha não foi considerado excepção, por não terminar antes de 12 de Junho. Uma simples participação nesse campeonato já poderia alterar escolhas, independentemente dos pontos obtidos no campeonato. Gostaríamos de ver uma Direcção da FPX com capacidade de análise, com bom senso, com capacidade de dar primazia à qualidade da selecção. Neste sentido, o facto de a seleccionada ser simultaneamente directora importa. Pode não importar se se focar cegamente os critérios, aplicados numa data muito particular, mas interessa se contextualizarmos correctamente a questão.

Finalmente, também é importante realçar que a forma como se escolhem actualmente as selecções de xadrez e a forma como tudo está regulamentado não são totalmente coincidentes. O regulamento de representações nacionais foi aprovado em Assembleia-geral e está em vigor desde o dia 1 de Outubro de 2002. Nesse regulamento consta a figura do seleccionador que neste momento é o Presidente da FPX, António Bravo, acumulando duas funções, tal como pode ser lido no documento oficial da FPX anteriormente citado:

«Entrando em alguns detalhes: não sendo possível, por questões
financeiras, contratar seleccionador, assim a direcção da FPX decidiu
seguir os procedimentos das anteriores direcções para a
convocatória e o porta-voz da direcção, neste caso o Presidente,
assumiria a função de seleccionador cumprindo as decisões da
direcção.»

Acontece que o que é utilizado actualmente são os critérios de selecção conhecidos de todos e não o poder decisório de um seleccionador. Pensamos que estas questões formais devem ser revistas. A APMX aproveita este documento para manifestar o seu interesse na participação em futuros trabalhos desse tipo.

Por todos estes factores, a APMX reafirma o seu desacordo quanto ao processo que levou à escolha das seleccões nacionais para as olimpíadas de Dresden.


Assina:
Carlos Manuel Ferreira Pereira dos Santos

(Presidente da Associação Portuguesa de Mestres de Xadrez)





Pode ser consultado no site da própria APMX também.


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O fantasma nas Selecções Nacionais...

Assim como a Selecção Nacional de futebol anda com "fantasmas", será que a Selecção Nacional de Xadrez também tem um "fantasminha" de estimação ???
...
Tipo "Fantasma do Fernandes" ou ainda um fantasma de algum antigo presidente da FPX ?!
:))))

Como assim ??? Vejam...




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quarta-feira, 22 de outubro de 2008

Xadrez: António Fernandes queixa-se ao Governo


Pronto ! Agora é que eu vou comprar um saco XL de pipocas e sentar-me a assistir a isto !

Notícia hoje no Jornal Record:

« Xadrez: António Fernandes queixa-se ao Governo

DEVIDO À EXCLUSÃO DA SELECÇÃO NACIONAL

O campeão nacional absoluto de xadrez, António Fernandes, recorreu para o secretário de Estado da Juventude e Desporto
expondo o facto de ter sido excluído da selecção nacional para as Olimpíadas da modalidade, que se disputam em Dresden, Alemanha.

Em declarações à Agência Lusa, António Fernandes alegou reunir as condições exigidas nos regulamentos da competição -dado o campeão nacional ter acesso automático à prova -, lamentando que a Federação Portuguesa de Xadrez (FPX),
apesar de ter reconhecido que errou ao não seleccioná-lo, não volte atrás com a decisão.

"Segundo os regulamentos o campeão nacional garante a presença nas Olimpíadas. A direcção da Federação não pode passar por cima dos regulamentos e o que me dizem é que a decisão está tomada e é irreversível", explicou o xadrezista.

Depois de ter "esgotado hierarquicamente" todas as tentativas de protesto na FPX por não estar incluído na selecção olímpica nacional que vai jogar entre 12 a 25 de Novembro, em Dresden, António Fernandes decidiu recorrer a Laurentino Dias expondo o seu caso.

Por se considerar lesado "moral e desportivamente", António Fernandes avançou que o seu advogado está a estudar "todas as possibilidades", ponderando apresentar uma queixa-crime, se for necessário para reparar a injustiça.

Segundo os regulamentos das Olimpíadas, as inscrições para a prova terminavam a 12 de Julho, pelo que a FPX decidiu que só seriam considerados os resultados das competições até 31 de Maio para seleccionar os atletas, com excepção para os torneios de Mestres e de Honra.

No entanto, no final de Agosto, a página oficial das Olimpíadas divulgou que o prazo inicialmente estabelecido para as inscrições seria alargado até 12 de Setembro, pelo que poderia haver lugar a substituição de jogadores.

António Fernandes explicou que o campeonato nacional, que decorreu em Setembro, terminou dentro dos prazos estabelecidos pelo que podia ser inscrito, além de que deviam ser contabilizados os campeões nacionais dos dois últimos anos.

"Mesmo que tivessem de escolher a 12 de Julho, têm de contar com a possibilidade de inscrever um campeão nacional que não esteja seleccionado pelo 'ranking' (ELO FIDE), tanto seja masculino ou feminino", esclareceu.

O xadrezista alega ainda que, antes da competição, haverá a chamada "reunião de capitães" de selecção que, além de outros assuntos, serve para se confirmarem os jogadores.

"Na nossa selecção já tivemos uma alteração no próprio dia de embarque", relembra António Fernandes, que soma no currículo 12 títulos de campeão nacional, observando que "a obrigatoriedade de inscrição do jogador não é de todo correcta".

António Fernandes reafirmou que a FPX "ainda pode voltar atrás", mas, segundo o xadrezista a direcção do organismo mantém o "finca-pé" e afirma "que a decisão está tomada e é irreversível".

António Fernandes, praticante da modalidade há 38 anos, disse à Lusa que várias Associações quiseram fazer uma Assembleia Geral para debater a situação, mas a direcção da Federação terá vetado a proposta.

"É a primeira vez que um campeão nacional não participa numa competição destas. Alem disso, nem o vice-campeão nacional Diogo Fernando irá à Alemanha. Como é que é possível que isso acontecer?", questionou.

A Agência Lusa contactou a Federação Portuguesa de Xadrez, mas esta não respondeu em tempo oportuno. »


Link para a notícia no jornal Record AQUI.

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sábado, 19 de julho de 2008

Dresden é já ali...ao virar a esquina.




Afinal não fomos só nós que reparamos...
Clike nas fotos para aceder ao artigo do blog "Ala do Rei" ou à análise à legislação feita pelo Tiago Brandão de Pinho no Lusoxadrez.


Entretanto na página da FPX foi dada a justificação para a escolha

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