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sábado, 8 de junho de 2013

Revista Ajedrez 55 Numero 13 - Especializada en Arbitraje y Organizacion de Eventos de Ajedrez



 

 

REVISTA 13 - AJEDREZ 960

El Ajedrez960, fue otra de las ideas del controvertido ex campeón mundial Bobby Fischer. En su momento fue muy criticado por esta propuesta de variante del ajedrez, en la cual propone que la posición inicial de las piezas se sorteen. El buscó siempre que las partidas fuesen jugadas realmente en ese momento y no que fuesen resultado de horas y horas de análisis en casa, ya que se había comprobado que los jugadores de alto nivel empieza jugar después del movimiento 20, incluso hasta después del…

 

REVISTA 13 - CURSO DE SISTEMA SUIZO CUARTA PARTE

 

 

REVISTA 13 - REGISTRO Y LICENCIA DE JUGADORES

Recientemente se ha presentado un gran aumento de problemas originados por el registro de nuevos jugadores, los cuales incluyen el duplicado de registro, quitando de la lista o re enlistando, así como poniendo las federaciones incorrectas, lo que causa un trabajo adicional para la FIDE. Con la finalidad de tratar y solucionar esos problemas, la FIDE tiene la intención de instituir los siguientes cambios en el registro y licencia, los cuales tendrán que ser aprobados por el Buró ejecutivo en…

 

REVISTA 13 - MITOS DEPORTIVOS:¿LAS EQUIVOCACIONES DE LOS ÁRBITROS ES PARTE ESPERABLE DE SU TRABAJO O NO LO SON?

Por: Lic. Paula Man Reich Psicóloga del deporte Por la importancia de sus decisiones ya que sus acciones pueden incidir directamente en los resultados deportivos, el tema si un árbitro puede equivocarse o no, es una cuestión que siempre crea polémica y es fundamental observar que hay detrás de este mito.



www.ajedrez55.com






terça-feira, 9 de setembro de 2008

Cantinho de Mestre Antonio Curado [ 003 ]

«Onde foi inventado o jogo de xadrez?»

A propósito do nosso último artigo o Mestre António Curado mandou-nos o seguinte artigo sobre a "Pergunta a 64 Dólares":

Como habitualmente, o apresentador começou com uma pergunta de $64 relativamente fácil. «Onde foi inventado o jogo de xadrez?», perguntou. «Na China», respondeu o garoto. «Errado!», disse o apresentador. «A resposta certa era a Índia». É assim que Mohammad Ismail Sloan, paquitanês que reside actualmente nos Estados Unidos, introduziu um seu estudo sobre a origem do xadrez cuja tradução em português se pode encontrar numa página da Internet (http://br.geocities.com/xadrezvirtual/historia).

- Se fosse a mim que fizessem essa pergunta responderia da seguinte forma: O xadrez foi inventado no Egipto, embora erradamente e baseado na Enciclopédia Britânica dos fins do século XIX, seja mencionado, que foi na Índia. Essa afirmação é atribuída, não a H.J.Murray com a sua “A History of Chess” de 1913 mas sim a Duncan Forbes com a sua “The History of Chess” de 1860.



Senão vejamos. Um dos jogos do antigo Egipto, cujo tabuleiro e peças chegou até nós, foi encontrado no túmulo de Tutankamon, em 1926. Há painéis com desenhos e escrita egípcia, de personagens famosas a jogarem tal jogo, como por exemplo no tempo de Karnak ( XIII séc. A.C.) e no livro dos mortos, no Museu Britânico (Papiro com o escriba Ani e sua esposa) e ainda Nefertari, esposa de Ramsés II



Os faraós egípcios anteriores à XVIII dinastia, expandiram as conquistas para lá da Pérsia chegando mesmo à Índia onde os nativos ainda desconheciam o uso da roda e por lá expandiram o conhecimento. (El AJEDREZ – Investigaciones sobre su origem, de D. José Brunet y Ballet – 1890).

Com a conquista do Egipto, por Alexandre Magno e a expansão também até à Índia de toda a cultura grega, foi natural que as tropas gregas levassem pela segunda vez as versões mais elaboradas deste jogo, que naqueles tempos, foi melhorado na antiga Bizâncio, mais tarde Constantinopla, e hoje, Istambul. Daqui a expansão do xadrez tomou dois rumos para ocidente, um pelo norte via Europa central, chegando ao pais dos sovietes, Germânia e Império Franco e mesmo à Catalunha antes dos árabes, e outro pelo sul depois da conquista da Pérsia pelo muçulmanos que o trouxeram de novo para o Egipto, Norte de Africa e Península Ibérica.

E aqui o círculo fechou-se, e as duas versões do xadrez reencontraram-se.


A minha versão da origem do xadrez, baseada nas mais antigas versões do mesmo jogo.


Coimbra, 2008-09-08 - António Mendes Curado

domingo, 31 de agosto de 2008

Gostamos destes gajos !

É pá este "cromo" dava-nos jeito para a nossa equipa e não só pela reconhecida categoria no tabuleiro. É que o homem tem uma saudável "Granda" pancada" e isso na Casa do Xadrez é uma boa qualificação para a integração no grupo.

Vejam só esta entrevista ao Jornal Chileno "Las Últimas Notícias" em 2004 e retirada deste "site" (* A vêr a Defesa Câmara : (1 e4 e5 2 Cf3 De7!?))



O grande-mestre peruano ganhou facilmente a Copa Entel
A incrível história de Granda, o exêntrico gênio do xadrez

O talentoso enxadrista é um tipo simples, que vive da agricultura, ama o futebol de salão e voltou aos tabuleiros, após uma ausência de quatro anos, apenas para saldar algumas dívidas.

Julio Ernesto Granda Zuñiga é uma espécie de lenda no Peru: candidato a prefeito que renunciou antes das eleições, receptor de uma mensagem divina e, principalmente, agricultor, o grande-mestre de xadrez é protagonista de muitas histórias, algumas delas fictícias, mas outras reais, que ele mesmo se encarrega de contar.

Tem 37 anos e ontem laureou-se como campeão da Copa Entel, primeiro torneio dessa categoria organizado em nosso país desde 1987, com incrível facilidade. Mas isso é somente um detalhe em sua vida, que, embora não seja longa em anos, é cheia de contos que parecem impossíveis de acontecer, quase míticos.

“Aprendi a jogar antes de ir ao colégio. Eu tinha 5 anos e vivíamos em Camaná, ao sul do Peru. Foi em 1972, quando, à raiz da expectativa gerada pelo match entre Bobby Fischer e Boris Spassky (Campeonato Mundial em Reykjavik, 1972), meu pai lembrou-se de que sabia jogar xadrez e nos ensinou, a mim e aos meus irmãos homens. Eu era o caçula e joguei com meus irmãos até que eu comecei a lhes vencer. Depois, ele se sentiram humilhados por isso e pararam de jogar ele conta, recordando-se dos campos e ruas dessa antiga cidade colonial próxima de Arequipa.


Aos 9 anos jogou seu primeiro torneio nacional de adultos, em Lima, e desde então a sua ascensão foi contínua. Chegou a estar na 25ª colocação do ranking mundial, jogou excelentes torneios memoriais na Holanda, New York e Cuba e em 1986 enfrentou a Garry Kasparov, o melhor jogador do mundo. Granda não guarda boas recordações desse encontro:

Ele me ganhou facilmente, mas a par disso, justificou seu apelido de ogro. Foi bastante mal-educado, não me dirigiu palavra e quando eu movia uma peça, ele fazia gestos depreciativos. Mas ele é provavelmente o jogador mais forte da história – reconhece com fidalguia o peruano, um dos quatro melhores enxadristas da América Latina.

A vida ensinou a esse homem que de tudo se pode aprender. Por isso, ele resgata lições até de sua fugaz passagem pela política, que o levou a abandonar por uns tempos o xadrez.

Em 1998 ofereceram-se uma candidatura para prefeito de Camaná, o que me pareceu um disparate. De início, eu a aceitei, mas mais tarde eu renunciei dela antes das eleições. Não era o que eu queria. A política é uma farsa: era um movimento independente, mas manejado por gente de Fujimori” – recorda Granda, um tipo simples, que ama o futebol de salão mais do que o xadrez e não sabe usar computador.

Sua volta ao xadrez, essa sim, demorou quatro anos, por culpa do episódio mais inexplicável de sua vida: Eu estava no campo, em Camaná, e subitamente uma noite, sozinho, comecei a caminhar. Subi um monte, encontrei um semi-túnel e comecei a galgá-lo, mas a encosta se desfazia quando eu a tocava, transformando-se em . Isso mudou minha vida”.

-- Que relação tem isso com você deixar o xadrez?

-- É que eu tomei isso como um chamado de Deus, deixei o xadrez para acercar-me de Deus. A partir daí, dediquei-me somente a agricultura. Por isso, todo o mundo passou a dizer que eu estava louco, delirando, com problemas mentais”.

O místico retiro de Granda terminou faz alguns meses, quando uma má colheita deixou-o com alguma dívidas. “Incomoda-me muitíssimo ficar devendo. E nesse contexto, propuseram-me jogar o Campeonato Nacional sob certas condições que, de alguma maneira, aliviavam a minha situação econômica. Ganhei esse torneio e então continuei jogando, mas eu não voltei a me dedicar somente ao xadrez. Eu sou um homem do campo e necessito estar em Camaná, com o meu campo e com a minha família”.

-- Não lhe voltou o gosto pela competição?

-- Na realidade, sempre gostei de jogar, por que para mim é algo natural e muito cômodo. Eu nem sequer preparo as partidas que vou jogar, escolho o que vou jogar na hora.

-- Assim como em muitos esportes, a paixão move aqueles que o praticam: que satisfação lhe dá o xadrez?

-- O xadrez é um jogo que não te dá muitas satisfações, por que quando ganhas, não provas de nenhuma alegria especial; e quando perdes, é como morrer um pouco, porquanto estás reconhecendo que o teu adversário pensa melhor do que tu. Praticamente não há o azar: tudo é muito intelectual, frio, sem paixão.

(Rodrigo Orellana – Las Últimas Noticias, 29 de março de 2004)

sexta-feira, 29 de agosto de 2008

Já não há respeito!



Já nada é como era...
Disputadas apenas 2 jornadas do Nacional, o FM António Vítor é o único jogador com 2 vitórias.
Mas... quando digo que não há respeito, é porque dos dois GM presentes (Galego e Fernandes), nenhum no final do torneio se gabará de não ter perdido. O António Fernandes perdeu com o FM José Andrade e ontem num "bate-papo" de gran-mestrado, o Fernandes acabou por ganhar.
O Jorge Cruz, é neste Nacional um cordeiro lançado aos lobos. Ele que não desanime. Por vezes estas participações prematuras deixam marcas, mas o Jorge deve encarar a sua participação como uns capítulos da sua formação como xadrezista com futuro.
Ainda bem para o xadrez que o Campeonato Nacional tem tanta competividade.

terça-feira, 26 de agosto de 2008

Cantinho de Mestre Antonio Curado [ 002 ]

"Amigo António Russo. Tenho-me divertido muito com os teus "postes". Tenho sido um visitante constante do teu Blog. Como gosto de colaborar aqui te mando mais um para acrescentares aos outros. Espero que gostes."

Claro que gosto! Não só eu, como certamente todos os nossos anónimos leitores.Ficamos à espera do nº 003 para o "Cantinho de Mestre Antonio Curado".

O poste antecedente, fez-me lembrar um livro que possuo e pelo qual já não passava os olhos, há tempos.

O lado obscuro de um bom jogador de xadrez

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Shady Side

The Life and Crimes of Norman Tweed Whitaker Chess Master

Por John S. Hilbert com a cooperação de Dale Brandreth

Publicado no ano 2000, por Caissa Editions, Yorklyn, USA-ISBN 0-939433-57-5

O Lado Obscuro

A vida e os Crimes, do Mestre de Xadrez, Norman Tweed Whitaker .

Norman Tweed Whitaker (09-04-189

0/20-05-1975) nasceu em Philadelphia a 9 de Abril de 1890. Aprendeu a jogar xadrez com o pai com a idade de 14 anos, e rapidamente se um dos talentos mais jovem dos Estados Unidos da América. Foi escolhido para jogar um “match” para o campeonato nacional Americano com Frank James Marshall, mas faltou. Em 1927 ganhou um torneio no Michigan com doze jogadores, ficando à frente do prodígio americano Samuel Reshevsky.

O seu lado negro começou em 1921 com roubo e falsificação de viaturas automóveis, mas ganhou notabilidade, em 1932 durante o rapto Lindbergh. Foi envolvido no resgate, no valor de $104,000 por ter contacto amistoso com o raptor.

Whitaker e o parceiro foram presos e condenados à prisão, cumprindo a pena em Alcatraz onde contactou com Alcapone e outros “gangsters” dos anos 30. Durante a sua estada naquela prisão famosa, só, em 1936, três presos foram mortos violentamente pelos outros presos e segundo rumores postos a correr, um dos cabecilhas da greve de 1936, na dita prisão, foi Norman Tweed Whitaker.

Norman Tweed Whitaker percorreu outras prisões de alta segurança nos Estados Unidos até 1941, tendo sido condenados por chantagem, rapto, violação, roubo e violência física e só a partir de 1950 teve uma actividade mais competitiva no domínio do jogo do xadrez, vindo a receber o titulo de MI, pela FIDE em 1965.

Coimbra, 2008-08-25 António Mendes Curado

Poderão ver alguns dos jogos deste criminoso/jogador AQUI
AQUI pode ver toda a história (em inglês) deste jogador, enquadrada por uma foto do jogador enquanto jovem.