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sexta-feira, 8 de março de 2013

Indignados Ricos Reformados...


O 'Movimento dos Reformados Indignados', liderado por Filipe Pinhal - devem-se ter esquecido da palavra 'Ricos' no nome deste Movimento :-) - representa 70 reformados com pensões muito altas mas que se dizem prejudicados pela contribuição especial de solidariedade (CES), que chega a cortar até 90% das pensões mais elevadas. Os 70 membros têm pensões que vão dos 1.350 euros aos escalões mais elevados.

Preparavam-se para fazer uma conferência de impressa, para apresentar o Movimento aos jornalistas quando foram interrompidos por um...  Bancário reformado indignado com os banqueiros reformados indignados (!)  (mais um bom nome para um outro Movimento  :-) )

«Vocês são uns tristes. Estão aqui a protestar porque 20 ou 25 mil euros não vos chegam por mês para viver?» Foi assim que este reformado abordou os organizadores do Movimento dos Reformados Indignados, liderados por Filipe Pinhal, ex-presidente do BCP.

«Há pessoas que ganham 300 euros por mês, há crianças com fome», atirou ainda Afonso Diz, reformado do Millennium bcp, que se encontrava na audiência.

Perante as acusações, Filipe Pinhal ficou calado e não revelou o valor da sua pensão, que alguns jornais dizem chegar aos 70 mil euros. (pois.... é melhor não dizer. Para indignação de uma só noite já chega saber que este Movimento existe mesmo !   :-)  )

Filipe Pinhal saiu do BCP na sequência do escândalo das off shores e tem processos a decorrer em tribunal onde é acusado de prestação de informação falsa ao mercado.


Aqui fica ao vivo o que se passou na Conferência de Impressa.... 

Realmente estes "gajos" vivem noutro planeta.

Grandes "tomates" tem este Senhor ! Parabéns !







Aqui fica o link para o vídeo na TVI24, para quem preferir:   http://www.tvi24.iol.pt/503/economia---economia/filipe-pinhal-bcp-reformados-indignados-movimento-pensoes/1426228-6377.html

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

"Dedo nos olhos" de todos!

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A toda a comunidade xadrezistica nacional (440 e-mails de momento de norte a sul do pais e ainda nos Açores) que eu disponha de e-mails,envio esta menagem.

A Federação Portuguesa de Xadrez respondeu no site oficial (http://fpx.weebly.com/), duas semanas depois, aos clubes que reclamaram ilegalidades na listagem para o campeonato nacional por equipas 2010-2011.

Relembro e sublinho os pontos chaves do regulamento (que podem verificar integralmente aqui ):

Artigo 36 (Inscrições de Equipas no Campeonato Nacional por Equipas)

5. Para inscrição de um clube no Campeonato da 1ª Divisão existem as seguintes condicionantes:
participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior, de 15
jovens diferentes pelo menos, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é
feita com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0
jovens; época de 2009-10: 5 jovens; época de 2010-11: 10 jovens).

6. Para inscrição de um no Campeonato da 2ª Divisão existem as seguintes condicionantes:
participação em campeonatos nacionais, regionais ou distritais de jovens da época anterior de pelo
menos 8 jovens diferentes, filiados pelo clube nessa época. A contabilização dos participantes é feita
com base nos jogadores que concluíram a prova. (Regime transitório: Época de 2008-09: 0 jovens;
época de 2009-10: 4 jovens).


Relembro ainda as palavras (que não vieram a ser cumpridas) que o presidente da federação,o senhor engenheiro Jorge Antão,escreveu em tempos no site da Fpx (podem confirmar aqui ):

"Nota Importante - Juridicamente não se pode retirar direitos às equipas que os obtiveram de acordo com o actual RC"


Perante a clareza do exposto, a Federação Portuguesa de Xadrez interpretou que esta época os clubes só precisariam de ter tido 5 jovens a jogar a época passada para se inscreverem na I Divisão e 4 para se inscreverem na II Divisão.

Mas perante essa interpretação da fpx eu pergunto:

Então como é que a época passada de 2009-2010,houve equipas que não se poderão inscrever na I divisão por não terem tido 5 jovens em 2008-2009 e houve equipas que não se poderão inscrever na II divisão por não terem tido 4 jovens?

Isto é tudo demasiado claro,para o senhor engenheiro Antão e o senhor Joaquim Eduardo de Sá (presidente do conselho de justiça da federação que decidiu da forma que se pode ver aqui ) nos estarem a "enfiar o dedo nos olhos" a todos desta maneira!

Se não veja-se os numeros de jovens necessários,independentemente da época a que se refira:

O numero transitório de jovens para a inscrição na I divisão,evolui de um ano para o outro de 0 jovens,para 5 jovens e depois 10 jovens.

O numero transitório de jovens para a inscrição na II divisão,evolui de um ano para o outro de 0 jovens, para 4 jovens e depois não há mais nenhuma época com regime transitório,passando a aplicar-se os 8 jovens.

É só ler os pontos 5 e 6 do regulamento acima exposto!

Na época 2008-2009, não houve nenhuma equipa a ser impedida de se poder inscrever quer na I divisão,quer na II divisão por não ter tido jovens a época anterior,devido ao numero transitório de 0 jovens na época anterior (2007-2008).

Na época 2009-2010, o Sport Faro e Benfica não se pode inscrever na I divisão,por não ter tido 5 jovens a jogar os distritais,regionais ou nacionais jovens na época anterior (2008-2009).

Na época 2009-2010, 9 equipas (AA Amadora I,Circulo Arte Recreio,O Amanhã da Criança,CR Estarreja,AA Amadora II,Casa do Xadrez,Clube EDP,Ateneu Setubalense,CR Feijó,Glória FC) não se puderam inscrever na II divisão,por não terem tido 4 jovens a jogar os distritais,regionais ou nacionais jovens na época anterior (2008-2009).

Assim sendo,se na época passada de 2009-2010 (primeira época que se aplicou o artigo 36º do regulamento de competições), os números a serem adoptados foram 5 e 4 jovens para a I e II divisão respectivamente, então como se pode aplicar novamente esses números na época seguinte,se em algum momento o regulamento repete o mesmo numero transitório de jovens em duas épocas seguidas?!

É que se a interpretação errada dos regulamentos da fpx estivesse certa,e esta época o numero de jovens necessários fosse de 5 para a I divisão e 4 para a II divisão,então na época anterior de 2009-2010 o numero teria de ter sido 0!

Então se assim fosse, a fpx em 2009-2010,não permitiu injustamente a inscrição de 10 equipas nas divisões a que as mesmas tinham direito!

É assim tão difícil de entender caros senhores Jorge Antão e Joaquim Eduardo de sá?!

Perante o exposto, está demasiado claro que na época 2009-2010 a anterior direcção da fpx cumpriu os regulamentos em vigor e esta época a nova direcção não o está a fazer,sabe-se lá porquê!

Digo Sabe-se lá porquê,até porque o engenheiro Antão disse-me telefonicamente que não dava para falar comigo pelo meu "estilo publico"!

Sim,leram bem!

O engenheiro Antão pelos vistos só tem interesse em conversas privadas sobre os assuntos de xadrez!

Mesmo quando esses assuntos tantos clubes envolvem e deveriam ser o mais transparentes e públicos possíveis!

Quem de consciência tranquila dorme, pode querer privar conversas da vida pessoal,profissional,etc...mas não de assuntos que envolvam clubes de norte ao sul do país e ainda no Arquipélago dos Açores numa competição de xadrez!

Pelo menos a transparência e a imparcialidade assim agradecem!

Só resta que todos guardem na memória os nomes das pessoas que incumpriram os regulamentos numa prova tão importante como o campeonato nacional por equipas.

Perante o que vêm,guardem esses nomes e recordem-nos deles um dia.

E que haja moral a estes senhores supra citados, para exigirem qualquer cumprimento regulamentar durante o campeonato nacional por equipas 2010-2011.

Custa-me muito a acreditar que este incumprimento regulamentar da fpx se deva única e exclusivamente a um erro de interpretação .


Era muito bom que fosse apenas só isso,mas custa-me mesmo a acreditar nisso!


Cumprimentos a todos


Rúben Elias
(Filiado nº22100 na fpx,sendo apenas nesta qualidade que me dirijo á federação neste e-mail)


domingo, 24 de outubro de 2010

Imaginem...

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Imaginem que todos os gestores públicos das 77 empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.


Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.

Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.

Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.

Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês. Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.

Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.

Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam.

Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.

Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.

Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.

Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.

Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido.

Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.


Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.

Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos.


por Mário Crespo

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domingo, 24 de maio de 2009

Professores: 1969 / 2009

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