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domingo, 25 de maio de 2014

As hormonas...


domingo, 17 de novembro de 2013

Margarida Rebelo Pinto vs. Portugueses




Como não podia deixar de ser, Bruno Nogueira já comentou na sua crónica do Tubo de Ensaio as infelizes declarações de Margarida Rebelo Pinto sobre os portugueses que estão contra a austeridade:



Para o humorista português, os piores cortes são os "cortes de inteligência" como acontece com a escritora portuguesa. Para finalizar, merda é o que dá confiar em quem lá está.

 WinZip Compressed Attachment.zipResposta de Bruno Nogueira.zip  (é um MP3 file)
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Clickem depois no ficheiro   'Bruno Nogueira MRP.mp3'  para ouvir a sua resposta divinal...

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

NÃO TE ESQUEÇAS DE IR VOTAR ...


Viva a democracia e viva a crise !
 

Será esta a equipe que está a trabalhar para convergência de pensões entre a CGA e CNP ?
O gabinete do 1º ministro de Portugal !!!


O gabinete (não, não é do OBAMA ou do HOLLANDE, nem sequer da MERKEL!), é apenas do 1º Ministro português.

COMPOSIÇÃO DO GABINETE DO ''NOSSO'' 1º-MINISTRO   
       

Função / Nome / Idade / Nomeação / Vencimento (MENSAL)
 
Chefe de Gabinete - FRANCISCO RIBEIRO DE MENEZES - 46 anos - 06-08-2011 - 4.592,43 €
 
Assessor - CARLOS HENRIQUE PINHEIRO CHAVES - 60 anos - 21-06-2011 - 3.653,81 €
 
Assessor - PEDRO AFONSO A. AMARAL E ALMEIDA - 38 anos - 18-07-2011 - 3.653,81 €
 
Assessor - PAULO JOÃO L. REGO VIZEU PINHEIRO - 48 anos - 11-07-2011 - 3.653,81 €
 
Assessor - RUDOLFO MANUEL TRIGOSO REBELO - 48 anos - 21-06-2011 - 3.653,81 €
 
Assessor - RUI CARLOS BAPTISTA FERREIRA - 47 anos - 21-06-2011 - 3.653,81 €
 
Assessora - EVA MARIA DIAS DE BRITO CABRAL - 54 anos - 12-10-2011 - 3.653,81 €
 
Assessor - MIGUEL FERREIRA MORGADO - 37 anos - 21-06-2011 - 3.653,81 €
 
Assessor - CARLOS A. SÁ CARNEIRO MALHEIRO - 38 anos - 01-12-2011 - 3.653,81 €
 
Assessora - MARTA MARIA N. PEREIRA DE SOUSA - 34 anos - 21-06-2011 - 3.653,81
 
Assessor - BRUNO V. DE CASTRO RAMOS MAÇAES - 37 anos - 01-07-2011 - 3.653,81
 
Adjunta - MAFALDA GAMA LOPES ROQUE MARTINS - 35 anos - 01-07-2011 - 3.287,08 €
 
Adjunto - CARLOS ALBERTO RAHEB LOPES PIRES - 38 anos - 21-06-2011 - 3.287,08 €
 
Adjunto - JOÃO CARLOS A. REGO MONTENEGRO - 34 anos - 21-06-2011 - 3.287,08 €
 
Adjunta - CRISTINA MARIA CERQUEIRA PUCARINHO - 46 anos - 23-08-2011 - 3.287,08 €
 
Adjunta - PAULA CRISTINA CORDEIRO PEREIRA - 41 anos - 22-08-2011 - 3.287,08 €
 
Adjunto - VASCO LOURENÇO C. P. GOULART ÁVILA - 47 anos - 21-11-2011 - 3.287,08 €
 
Adjunta - CARLA SOFIA BOTELHO LUCAS - 28 ANOS - 25-01-2012 - 3.287,08 €
 
Técnico Especialista - BERNARDO MARIA S. MATOS AMARAL - 38 anos - 07-09-2011 - 3.287,08 €
 
Técnica Especialista - TERESA PAULA VICENTE DE FIGUEIREDO DUARTE - 44 anos - 21-07-2011 - 3.653,81 €
 
Técnica Especialista - ELSA MARIA DA PALMA FRANCISCO - 40 anos - 16-01-2012 - 3.653,81 €
 
Técnica Especialista - MARIA TERESA GOULÃO DE MATOS FERREIRA - 49 anos - 18-07-2012 - 3.653,81 €
 
Secretária pessoal - MARIA HELENA CONCEIÇÃO SANTOS ALVES - 54 anos - 18-07-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - INÊS RUTE CARVALHO ARAÚJO - 46 anos - 18-07-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - ANA CLARA S. OLIVEIRA - 38 anos - 13-07-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - MARIA DE FÁTIMA M. L. HIPÓLITO SAMOUQUEIRO - 47 anos - 21-06-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - MARIA DULCE LEAL GONÇALVES - 52 anos - 01-07-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - MARIA M. BRAK-LAMY PAIVA RAPOSO - 59 anos - 13-07-2011 - 1882,76 €
 
Secretária pessoal - MARGARIDA MARIA A. SILVA NEVES FERRO - 53 anos - 21-06-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - MARIA CONCEIÇÃO C. N. LEITE PINTO - 51 anos - 21-06-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - MARIA FERNANDA T. C. PELEIAS DE CARVALHO - 45 anos - 01-08-2011 - 1.882,76 €
 
Secretária pessoal - MARIA ROSA E. RAMALHETE SILVA BAILÃO - 58 anos - 01-09-2011 - 1.882,76 €
 
Coordenadora - LUÍSA MARIA FERREIRA GUERREIRO - 48 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnico administrativo - ALBERTO DO NASCIMENTO CABRAL - 59 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnica administrativa - ANA PAULA COSTA OLIVEIRA DA SILVA - 42 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnica administrativa - ELISA MARIA ALMEIDA GUESES - 47 anos - 01-01-2012 - 1.500,00 €
 
Técnica administrativa - ISAURA CONCEIÇÃO A. LOPES DE SOUSA - 59 anos 01-01-2012 - 1506,20 €
 
Técnico administrativo - JOSÉ MANUEL PERÚ ÉFE - 60 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnica administrativa - LILIANA DE BRITO - 50 anos - 01-01-2012 - 1.500,00 €
 
Técnica administrativa - MARIA DE LOURDES GONÇALVES FERREIRA ALVES - 61 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnica administrativa - MARIA FERNANDA ESTEVES FERREIRA - 57 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnica administrativa - MARIA FERNANDA DA PIEDADE VIEIRA - 61 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnica administrativa - MARIA UMBELINA GREGÓRIO FERNANDES BARROSO - 47 anos - 01-01-2012 - 1.500,00 €
 
Técnica administrativa - ZULMIRA JESUS G. SIMÃO SANTOS VELOSA - 47 anos - 01-01-2012 - 1.506,20 €
 
Técnico administrativo - ARTUR VIEIRA GOMES - 53 anos - 01-01-2012 - 1.600,15 €
 
Técnica administrativa - BENILDE RODRIGUES LOUREIRO DA SILVA - 58 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - FERNANDO MANUEL DA SILVA - 68 ANOS - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - FRANCISCO JOSÉ MADALENO CORADINHO - 45 anos - 01-01-2012 - 1.472,82 €
 
Apoio Auxiliar - JOAQUIM CARLOS DA SILVA BATISTA - 57 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - JOSÉ AUGUSTO MORAIS - 51 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - MARIA LURDES DA SILVA BARBOSA PINTO - 58 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - MARIA DE LURDES CAMILO SILVA - 65 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - MARIA JÚLIA R. GONÇALVES RIBEIRO - 58 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - MARIA NATÁLIA FIGUEIREDO - 64 anos - 01-01-2012 - 975,52 €
 
Apoio Auxiliar - MARIA ROSA DE JESUS GONÇALVES - 58 anos - 01-01-2012 - 975,52 €

 
Motorista - ANTÓNIO FRANCISCO GUERRA - 52 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
MOTORISTA - ANTÓNIO AUGUSTO NUNES MEIRELES - 61 ANOS - 01-01-2012 - 2.028,28 €
 
Motorista - ANTÓNIO JOSÉ PEREIRA - 48 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - ARNALDO DE OLIVEIRA FERREIRA - 49 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - JAIME MANUEL VALADAS MATIAS - 52 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - JORGE HENRIQUE S. TEIXEIRA CUNHA - 52 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - JORGE MARTINS MORAIS - 46 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - JOSÉ HERMÍNIO FRUTUOSO - 53 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - NUNO MIGUEL R. MARTINS CARDOSO - 37 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - PAULO JORGE PINHEIRO DA CRUZ BARRA - 40 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - RUI MIGUEL PEDRO DA SILVA MACHADO - 42 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
 
Motorista - VITOR MANUEL G. MARQUES FERREIRA - 42 anos - 01-01-2012 - 1.848,53 €
TOTAL / MÊS - 149.486,76 EUROS
 RESUMO (67 EMPREGOS)
    

1 (UM) Chefe de Gabinete     
10 (DEZ) Assessores     
7 (SETE)Adjuntos     
4 (QUATRO) Técnicos Especialistas     
10 (DEZ) Secretárias Pessoais     
1 UMA) Coordenadora     
13 (TREZE) Técnicos Administrativos     
9 (NOVE) Apoio Auxiliar   
                                       
!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!        12 DOZE) Motoristas           !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!         
                              
     
     
  !!!!!!     E VIVA A DITADURA DEMOCRÁTICA     !!!!!!
     
NÃO TE ESQUEÇAS DE IR VOTAR ...

terça-feira, 12 de março de 2013

Quadratura do Circulo






Comentadores e analistas políticos não têm a coragem de dizer o que disse António Costa, em menos de 3 minutos, ontem, no programa "quadratura do círculo".
E aqui está textualmente o que ele disse (transcrito manualmente):
(...) A situação a que chegámos não foi uma situação do acaso. A União Europeia financiou durante muitos anos Portugal para Portugal deixar de produzir; não foi só nas pescas, não foi só na agricultura, foi também na indústria, por ex. no têxtil. Nós fomos financiados para desmantelar o têxtil porque a Alemanha queria (a Alemanha e os outros países como a Alemanha) queriam que abríssemos os nossos mercados ao têxtil chinês basicamente porque ao abrir os mercados ao têxtil chinês eles exportavam os teares que produziam, para os chineses produzirem o têxtil que nós deixávamos de produzir.
E portanto, esta ideia de que em Portugal houve aqui um conjunto de pessoas que resolveram viver dos subsídios e de não trabalhar e que viveram acima das suas possibilidades é uma mentira inaceitável.
Nós orientámos os nossos investimentos públicos e privados em função das opções da União Europeia: em função dos fundos comunitários, em função dos subsídios que foram dados e em função do crédito que foi proporcionado. E portanto, houve um comportamento racional dos agentes económicos em função de uma política induzida pela União Europeia. Portanto não é aceitável agora dizer? podemos todos concluir e acho que devemos concluir que errámos, agora eu não aceito que esse erro seja um erro unilateral dos portugueses. Não, esse foi um erro do conjunto da União Europeia e a União Europeia fez essa opção porque a União Europeia entendeu que era altura de acabar com a sua própria indústria e ser simplesmente uma praça financeira. E é isso que estamos a pagar!
A ideia de que os portugueses são responsáveis pela crise, porque andaram a viver acima das suas possibilidades, é um enorme embuste. Esta mentira só é ultrapassada por uma outra. A de que não há alternativa à austeridade, apresentada como um castigo justo, face a hábitos de consumo exagerados. Colossais fraudes. Nem os portugueses merecem castigo, nem a austeridade é inevitável.
Quem viveu muito acima das suas possibilidades nas últimas décadas foi a classe política e os muitos que se alimentaram da enorme manjedoura que é o orçamento do estado. A administração central e local enxameou-se de milhares de "boys", criaram-se institutos inúteis, fundações fraudulentas e empresas municipais fantasma. A este regabofe juntou-se uma epidemia fatal que é a corrupção. Os exemplos sucederam-se. A Expo 98 transformou uma zona degradada numa nova cidade, gerou mais-valias urbanísticas milionárias, mas no final deu prejuízo. Foi ainda o Euro 2004, e a compra dos submarinos, com pagamento de luvas e corrupção provada, mas só na Alemanha. E foram as vigarices de Isaltino Morais, que nunca mais é preso. A que se juntam os casos de Duarte Lima, do BPN e do BPP, as parcerias público-privadas 16 e mais um rol interminável de crimes que depauperaram o erário público. Todos estes negócios e privilégios concedidos a um polvo que, com os seus tentáculos, se alimenta do dinheiro do povo têm responsáveis conhecidos. E têm como consequência os sacrifícios por que hoje passamos.
Enquanto isto, os portugueses têm vivido muito abaixo do nível médio do europeu, não acima das suas possibilidades. Não devemos pois, enquanto povo, ter remorsos pelo estado das contas públicas. Devemos antes exigir a eliminação dos privilégios que nos arruínam. Há que renegociar as parcerias público--privadas, rever os juros da dívida pública, extinguir organismos... Restaure-se um mínimo de seriedade e poupar-se-ão milhões. Sem penalizar os cidadãos.
Não é, assim, culpando e castigando o povo pelos erros da sua classe política que se resolve a crise. Resolve-se combatendo as suas causas, o regabofe e a corrupção. Esta sim, é a única alternativa séria à austeridade a que nos querem condenar e ao assalto fiscal que se anuncia."

sábado, 5 de novembro de 2011

Portugal vs. Grécia

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domingo, 24 de outubro de 2010

Imaginem...

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Imaginem que todos os gestores públicos das 77 empresas do Estado decidiam voluntariamente baixar os seus vencimentos e prémios em dez por cento. Imaginem que decidiam fazer isso independentemente dos resultados. Se os resultados fossem bons as reduções contribuíam para a produtividade. Se fossem maus ajudavam em muito na recuperação.


Imaginem que os gestores públicos optavam por carros dez por cento mais baratos e que reduziam as suas dotações de combustível em dez por cento.

Imaginem que as suas despesas de representação diminuíam dez por cento também. Que retiravam dez por cento ao que debitam regularmente nos cartões de crédito das empresas.

Imaginem ainda que os carros pagos pelo Estado para funções do Estado tinham ESTADO escrito na porta. Imaginem que só eram usados em funções do Estado.

Imaginem que dispensavam dez por cento dos assessores e consultores e passavam a utilizar a prata da casa para o serviço público.

Imaginem que gastavam dez por cento menos em pacotes de rescisão para quem trabalha e não se quer reformar.

Imaginem que os gestores públicos do passado, que são os pensionistas milionários do presente, se inspiravam nisto e aceitavam uma redução de dez por cento nas suas pensões. Em todas as suas pensões. Eles acumulam várias. Não era nada de muito dramático. Ainda ficavam, todos, muito acima dos mil contos por mês. Imaginem que o faziam, por ética ou por vergonha. Imaginem que o faziam por consciência.

Imaginem o efeito que isto teria no défice das contas públicas.

Imaginem os postos de trabalho que se mantinham e os que se criavam.

Imaginem os lugares a aumentar nas faculdades, nas escolas, nas creches e nos lares.

Imaginem este dinheiro a ser usado em tribunais para reduzir dez por cento o tempo de espera por uma sentença. Ou no posto de saúde para esperarmos menos dez por cento do tempo por uma consulta ou por uma operação às cataratas.

Imaginem remédios dez por cento mais baratos. Imaginem dentistas incluídos no serviço nacional de saúde.

Imaginem a segurança que os municípios podiam comprar com esses dinheiros.

Imaginem uma Polícia dez por cento mais bem paga, dez por cento mais bem equipada e mais motivada.

Imaginem as pensões que se podiam actualizar. Imaginem todo esse dinheiro bem gerido.

Imaginem IRC, IRS e IVA a descerem dez por cento também e a economia a soltar-se à velocidade de mais dez por cento em fábricas, lojas, ateliers, teatros, cinemas, estúdios, cafés, restaurantes e jardins.


Imaginem que o inédito acto de gestão de Fernando Pinto, da TAP, de baixar dez por cento as remunerações do seu Conselho de Administração nesta altura de crise na TAP, no país e no Mundo é seguido pelas outras setenta e sete empresas públicas em Portugal. Imaginem que a histórica decisão de Fernando Pinto de reduzir em dez por cento os prémios de gestão, independentemente dos resultados serem bons ou maus, é seguida pelas outras empresas públicas.

Imaginem que é seguida por aquelas que distribuem prémios quando dão prejuízo.

Imaginem que país podíamos ser se o fizéssemos.

Imaginem que país seremos se não o fizermos.


por Mário Crespo

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhzhb1RcSgfTA8R8K0b9rgzNd8hjmltUBtMvYEa-1rq7iFxRfVQ9V9IEyIRJmcNjYzlHZibgByJpy06ktQ50qUVUFEVptjX1LDKzLK2ojt_Fex9XJK7_f6JTz-10D8QV91CfM4EgkJpk0U/s320/M%C3%A1rio+Crespo1.jpg

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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Crise...

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domingo, 10 de outubro de 2010

Crise...


in Revista Única

quinta-feira, 3 de junho de 2010

No Comments...

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sábado, 29 de agosto de 2009

Gato Fedorento: Crise no Sporting

Muito actual falar nesta "crise"... Isto é que vai uma crise heim ???

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A Crise Está Em Crise



« A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado.


Ou estou fortemente enganado (o que sucede, aliás, com uma frequência notável), ou a história de Portugal é decalcada da história de Pedro e o Lobo, com uma pequena alteração: em vez de Pedro e o Lobo, é Pedro e a Crise.
De acordo com os especialistas – e para surpresa de todos os leigos, completamente inconscientes de que tal cenário fosse possível – Portugal está mergulhado numa profunda crise. Ao que parece, 2009 vai ser mesmo complicado.
O problema é que 2008 já foi bastante difícil. E, no final de 2006, o empresário Pedro Ferraz da Costa avisava no Diário de Notícias que 2007 não iria ser fácil. O que, evidentemente, se verificou, e nem era assim tão difícil de prever tendo em conta que, em 2006, analistas já detectavam que o País estava em crise. Em Setembro de 2005, Marques Mendes, então presidente do PSD, desafiou o primeiro-ministro para ir ao Parlamento debater a crise económica. Nada disto era surpreendente na medida em que, de acordo com o Relatório de Estabilidade Financeira do Banco de Portugal, entre 2004 e 2005, o nível de endividamento das famílias portuguesas aumentou de 78% para 84,2% do PIB. O grande problema de 2004 era um prolongamento da grave crise de 2003, ano em que a economia portuguesa regrediu 0,8% e a ministra das Finanças não teve outro remédio senão voltar a pedir contenção. Pior que 2003, só talvez 2002, que nos deixou, como herança, o maior défice orçamental da Europa, provavelmente em consequência da crise de 2001, na sequência dos ataques terroristas aos Estados Unidos. No entanto, segundo o professor Abel M. Mateus, a economia portuguesa já se encontrava em crise antes do 11 de Setembro.
A verdade é que, tirando aqueles seis meses da década de 90 em que chegaram uns milhões valentes vindos da União Europeia, eu não me lembro de Portugal não estar em crise. Por isso, acredito que a crise do ano que vem seja violenta. Mas creio que, se uma crise quiser mesmo impressionar os portugueses, vai ter de trabalhar a sério. Um crescimento zero, para nós, é amendoins. Pequenas recessões comem os portugueses ao pequeno-almoço. 2009 só assusta esses maricas da Europa que têm andado a crescer acima dos 7 por cento. Quem nunca foi além dos 2%, não está preocupado.
É tempo de reconhecer o mérito e agradecer a governos atrás de governos que fizeram tudo o que era possível para não habituar mal os portugueses. A todos os executivos que mantiveram Portugal em crise desde 1143 até hoje, muito obrigado. Agora, somos o povo da Europa que está mais bem preparado para fazer face às dificuldades.
»

Ricardo Araujo Pereira
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quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Crise americana explicada em 3 penadas

Mais uma vez a Casa do Xadrez sai do tema, mas é por uma boa causa: o esclarecimento dos nossos leitores.
Considerando que existem muitas dúvidas sobre o que originou a crise nos E.U.A. e Mundial, o nosso blog, numa perspectiva informativa, reproduz (com palavras inteligíveis ) um mail que nos chegou e que explica como tudo aconteceu.
Não referimos o autor porque é desconhecido, mas gostaríamos de lhe dar os parabéns pela forma simples como tão bem explica o Crash dos mercados financeiros.

Para quem não entendeu ou não sabe bem o que é ou gerou a crise americana, segue breve relato económico para leigo entender...


É assim:


O seu Biu tem um bar, na Vila Carrapato,em IPITAGUA, e decide que vai vender cachaça "na caderneta" aos seus leais fregueses, todos bêbados,quase todos desempregados.

Porque decide vender a crédito, ele pode aumentar um pouquinho o preço da dose da branquinha (a diferença é um acréscimo de preço que os pinguços pagam pelo crédito).

O gerente do banco do seu Biu, um ousado administrador formado em curso de emibiêi (MBA), decide que as cadernetas das dívidas do bar constituem um ativo recebível, e começa a adiantar dinheiro ao estabelecimento, tendo o pindura dos pinguços como garantia.

Mais adiante, uns seis zécutivos de bancos fortes,lastreiam os tais recebíveis do banco, e os transformam em CDB, CDO, CCD, UTI, OVNI, SOS,CX ou qualquer outro acrônimo financeiro que ninguém sabe exatamente o que quer dizer.

Esses adicionais instrumentos financeiros, alavancam o mercado de capitais e conduzem a operações estruturadas de derivativos, na BM&F, cujo lastro inicial todo mundo desconhece (as tais cadernetas do seu Biu).

Esses derivativos estão sendo negociados como se fossem títulos sérios, com fortes garantias reais, nos mercados de 73 países.

Até que alguém descobre que os bêbados da Vila Carrapato não têm dinheiro para pagar as contas, e o Bar do seu Biu vai à falência. E toda a cadeia sifu... ! (*)

Viu... ? É muito simples...!!!

(*) ...deu