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segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Escandaloso!



Portugal não apresenta equipa de futebol nos Jogos da Lusofonia 2014, a decorrer em Goa, no final deste mês?

Ver notícia no Times of India 

Teríamos todo o interesse em utilizar o potencial e visibilidade do nosso futebol, como embaixador do país na Ásia. Mas Portugal não vai estar presente, alegadamente para os jogadores não incorrerem em riscos de paludismo! Julgo que Portugal não se apercebeu bem da janela de oportunidade que lhe lançou a União Indiana. A insensibilidade e incompetência no Palácio das Necessidades são atordoantes. 

Cabo Verde também não vai a Goa defender o título; mas o Brasil já confirmou a sua presença. 

Gostaria de fazer um apelo aos jogadores de futebol de Angola, Cabo Verde, Portugal e Guiné-Bissau, para mandarem à fava as razões comerciais e insistirem, por sua iniciativa, em participar neste encontro pluricontinental, dando um exemplo identitário de convivência multi-racial. É escandaloso que falem tanto da Lusofonia e de Futebol, com a morte de Eusébio, mas desperdicem oportunidades de ouro para comungar desse espírito. 

Mosca 7ZE apela a CR7 para se envolver pessoalmente na Lusofonia! Ou vai simplesmente desistir, com medo de um mosquito?

PS: A FPX bem podia aproveitar a boleia da UI, organizar um evento paralelo e cravar as viagens, o xadrez está na moda, na Índia: a Índia tem um trauma com o desporto, a única medalha que aquele populoso país alguma vez conquistou nos Jogos Olímpicos, foi um miserável Bronze: o rácio de medalhas per capita deve ser um milhão de vezes inferior a Cuba! Daí a importância, para o ego dos indianos, do Anand e do xadrez. Lembro, a este propósito, que o Grupo de Xadrez de Santarém tem «fortes ligações» ao xadrez indiano.


by Mosca 7ZE

sábado, 26 de janeiro de 2013

Karpov investigado !




O jornal Moscow Times e as suas fontes afirmam que membros do parlamento russo acusaram o Ex-Campeão do Mundo Anatoly Karpov de ser um espião.

Aqui fica a manchete do jornal e o texto da noticia original em inglês para não se perder nada na tradução.




A group of United Russia lawmakers have accused a colleague, world chess champion Anatoly Karpov, of lobbying on behalf of a tobacco company, and they asked the Justice Ministry to see whether he can be labeled a foreign agent.

The attack against Karpov is seen as part of a smouldering conflict between lobbyists, as anti-smoking legislation is pending in the State Duma, experts said. The country's $22 billion tobacco market is currently the second-largest in the world, surpassed only by China.

Several Duma deputies, including ones from United Russia, stated in a letter to the ministry that the charitable foundation Peace and Harmony, co-founded by Karpov, is a partner of Japan Tobacco International, one of the three largest tobacco companies in Russia. The move was prompted by a proposal by Karpov to exclude an article from the anti-smoking bill that addresses the illegal tobacco trade.

The anti-tobacco bill, which passed in first reading, is seen as one of the strongest government attempts to curb rampant smoking in the country. It will affect 44 million citizens, or a third of the population. About 400,000 people die annually from smoking related diseases, according to government figures. The law would ban smoking in most public places and introduce tough punishments for violators.

"The point of our collective letter is to check whether a deputy's foundation is a foreign agent," United Russia deputy Alyona Arshinova told Izvestia Monday. Arshinova was referring to a controversial new law that obliges any organization receiving foreign grants and engaging in political activity to register as a foreign agent. The law was mainly aimed at human rights organizations that have voiced opposition to the Kremlin.

Anatoly Vereshagin, communication director for Japan Tobacco International, said his company works with one of the partners of Karpov's foundation, which is not prohibited by the legislation. Karpov was not available for comment Monday. Karpov, a senior deputy who sits on the Economic Policy Committee, told Izvestia his colleagues' reaction to his proposed amendment was "overheated."