casadoxadrezkabab@gmail.com...............................Coordenadas GPS: Latitude: N39º15'43,4" . Longitude: W8º34'56,7"
Blog optimizado para o navegador (web browser) Google Chrome.
Mostrar mensagens com a etiqueta Martinho Lopes. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Martinho Lopes. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Crónica: O Sobrevivente

Crónica :   PorFRANCISCO CARAPINHA 21 jan 2019 8:01

Expresso Das Ilhas - Cabo Ver



​Como eu gostava de ouvir as histórias contadas pelo Manuel Martinho Lopes, conhecido nos meios escaquisticos pelo Barba Negra.
O Manel foi uma figura castiça, frequentador assíduo de grandes competições do xadrez em Portugal, realizadas nos anos setenta e princípio dos anos oitenta do século passado, e era através das suas histórias que eu vivia, intensamente, os grandes campeonatos portugueses, e outros eventos de xadrez realizados naquela época. Era através das suas histórias que eu conhecia e convivia com o Fernando Silva, com o Luís Santos, com o Durão, com o José Pereira dos Santos (a quem ele apelidava de “o inimigo”) e com o Álvaro Pereira.
Foi através dele, primeiro, e da imprensa, depois, que tomei conhecimento de um feito histórico em Portugal: o Álvaro Pereira tinha-se tornado recordista ibérico de xadrez às cegas.
Para os que não sabem, o xadrez às cegas consiste em jogar, geralmente com os olhos vendados, jogar com outro, ou com outros, sem ver o tabuleiro onde decorre o jogo.
Era também através das histórias do Martinho que eu ia tomando conhecimento das peças de teatro, das séries de televisão ou dos filmes em que o Álvaro Pereira ia participando e que eu teimava em não identificar, pelo motivo que à frente revelarei.
Como naquela altura já era jogador de xadrez por correspondência, também ia acompanhando os bravos desempenhos internacionais do Luís Santos e do Álvaro Pereira, naquela variante do jogo dos reis onde ambos atingiram o título de Grande Mestre.
Através das simultâneas que joguei, ou depois nas que organizei quando estive a “comandar” o xadrez na Câmara Municipal de Coruche (Portugal), fui conhecendo pessoalmente o Durão, o Fernando Silva, o José Pereira dos Santos e o Luís Santos, este último chegando a ser meu colega de equipa, e 1.º tabuleiro, numa das eliminatórias da Taça de Portugal de 2010, em representação do G. D. Diana de Évora que se sagrou campeão dessa mesma competição.
Acabei por conhecer e até conviver com alguns dos meus ídolos das histórias contadas pelo Martinho Lopes, à excepção do Álvaro Pereira, que só mais tarde me apercebi que para o teatro, para a televisão, para o cinema e para a literatura, era o Álvaro Faria, motivo pelo qual não o tinha identificado nos outros registos. Ou seja, temos um Álvaro, Pereira no xadrez e Faria nas artes cénicas e na literatura.
É claro que com as novas modernices, eu e o Álvaro Pereira já nos tínhamos tornado amigos numa das redes sociais existentes, mas continuávamos sem nos conhecer pessoalmente.
Quis o acaso que na edição de 2018 do Torneio Internacional da Figueira da Foz, onde eu fui um dos árbitros, o Álvaro estivesse presente na abertura, onde foi comemorado o seu feito de 1975: o record ibérico de xadrez às cegas.
É assim que, finalmente em Outubro passado, lá o conheci pessoalmente e pudemos conversar “tête a tête”.
Foram necessários mais de 40 anos, após ouvir as primeiras histórias contadas pelo saudoso Martinho Lopes (que partiu está a fazer precisamente um ano), para que conseguisse cumprimentar o herói, que me faltava conhecer pessoalmente, dessas hilariantes e bem torneadas narrativas.
Foi nesse encontro que vim a saber mais um pouco acerca do tal recorde ibérico, que decorreu no casino da Figueira da Foz em 1975, e que me foi contado pelo próprio:
Fui desafiado pelo Simões Nunes, que era o presidente da Federação Portuguesa de Xadrez, a bater o recorde de xadrez às cegas que pertencia ao cubano, naturalizado espanhol, Francisco José Pérez Pérez. Eu já tinha dado algumas simultâneas às cegas, mas nunca com mais de 10 (ou talvez 12) tabuleiros.
Ele disse-me que o record ibérico era de 24 tabuleiros e perguntou-me se eu não queria tentar fazer 25. Com a arrogância da juventude, respondi-lhe que não se bate um record só por um, de modo que iria fazer com 26!
Ainda bem que tive esta arrogância, porque depois de terminada a simultânea viemos a descobrir que afinal o record era de 25 tabuleiros, pelo que acabei por bater o record só por um.”
Resta acrescentar que o resultado desta simultânea recorde foi de 14 vitórias, 11 empates e 1 derrota. Instado a lembrar-se de alguns jogadores seus adversários, Álvaro responde que “só me lembro do Luís Cadillon, porque éramos amigos e foi o único que me ganhou!”
É claro que aproveitei este nosso encontro na Figueira para colocar em dia, parte de 40 anos de conversa.
Mas o Álvaro, além do Pereira, também tinha trazido o Faria e com ele o seu último livro: “O sobrevivente”.
Já tinha conhecimento do lançamento da obra e era minha intenção adquiri-la, pelo que veio mesmo a calhar aquela sessão de autógrafos, onde cumpri a minha intenção.
“O sobrevivente”, não é um livro sobre xadrez ou a história de xadrez, mas uma obra que retrata um pouco do que foi a segunda metade do século passado, num Portugal cinzento e salazarento.
Daniel, que sobreviveu à gripe asiática quando era pequeno, foi ao longo dos anos sobrevivendo a outras maleitas da vida e, são as peripécias deste personagem, que partiu à procura de melhor vida e da aldeia que ficou, que vamos acompanhando ao longo deste romance, que comparo com as histórias do Germano Almeida, não em termos literários, que não é o meu campo, mas em intensidade e descrição da acção.
Aconselho vivamente a leitura deste livro, que nos arrebata de princípio ao fim, e que também tem uma breve referência a Cabo Verde, quando Daniel, já de partida para seu salto até Espanha, pergunta ao moleiro Anselmo:
- Onde é que esteve preso? No tal sítio perto do mar?
- Sim. No Tarrafal. Em Cabo Verde.
- É Portugal e não é Portugal.











image























Texto originalmente publicado na edição impressa do expresso das ilhas nº 894 de16 de Janeiro de 2019.


Link:  https://expressodasilhas.cv/DG6l

quarta-feira, 31 de janeiro de 2018

Faleceu Manuel António Martinho Lopes




in FPX
http://www.fpx.pt/web/nacional/noticias/1536-faleceu-manuel-antonio-martinho-lopes
.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Era assim o Martinho Lopes... R.I.P.



Sobre este homem tanto há a dizer.
Algumas ficarão para sempre entre aqueles que mais de perto com ele privaram, outras pode ser que um dia possamos partilhá-las com toda a comunidade xadrezística.
Aqui deixo parte de um texto retirado do blog do Arlindo Vieira (AV) e de sua autoria (espero não ser processado porque não lhe pedi autorização, mas como se vê também o AV tinha em grande apreço o Manuel Martinho.
«Era assim o Martinho Lopes, explosivo, de mar largo, de onda bravia, mas também de um enorme coração, de uma franqueza, de uma simpatia que cativava. Um senhor do Xadrez, um Senhor que nunca mais tive o privilégio de ver, porque ao que parece, depois deste Campeonato Nacional o Martinho Lopes resolveu tirar umas longas férias de dezenas de anos do Xadrez, quando muito poderia ter dado ao xadrez. Talvez aquilo que em tempos escrevi: quem ama muito a coisa amada, por vezes necessita dela desprender-se para melhor a amar, ou no mínimo amar a memória da beleza dela».
E do blog da Casa Do Xadrez Alpiarca um texto respigado do jornal o Ribatejo.
«É uma figura de e em Santarém. Figura repleta de alacridade, contraponto das figuronas cinzentas, nos antípodas dos figurões interesseiros, manhosos e melífluos. Há mais de quarenta anos, depois de chegar à cidade, ouvi no recanto do café Portugal ressoarem formidáveis e escalonadas entonações; eram as gargalhadas do Manel. Abria os braços qual asas de águia em voo picado soltando às garfadas o riso de quem acabava de ganhar demorada partida de xadrez. Recordo o adversário, senhor de rosto severo, de olhar fundo, protegido por óculos de massa. Trabalhava no Governo Civil, jogava em posição Alekine, o Manel qual Capablanca fumava, bebia não mojitos, brandy, rasgava sorrisos, no fim a famosa gargalhada. Tropeçámos um no outro a propósito de livros, leituras, poetas, num repimpado desfile de nomes, por três vezes citei o Doutor Angélico. De chofre crismou-me São Tomás de Aquino para gáudio do ladino Cadima. Fui seu vizinho durante uns meses, fizemos séria amizade, soltei-me da capital do gótico, quando nos vemos repartimos motetos enquanto descreve pormenores pícaros do enfado citadino. Há largos meses encontrei-o no nosso benfeitor Gonçalves Izabelinha, não gostei do visto e observado a corroborar fugaz visão dando a ideia de estar doente. Na semana passada no campo do herói maneta voltámos a cair nos braços de um e do outro, vestia camisa azul bem passada, queixos escanhoados a preceito, olhar levantado, descontada a idade, seria o Manel da época de glabro oficial de cavalaria inventor de especial forma de bater o tacão dos militares do pelotão por ele comandado como um seu camarada me narrou.»...« Nunca irá receber uma medalha de mérito a realçar a sua acção em prol do ensino do xadrez a inúmeros jovens, os zelotas não o permitiriam, mas que a merece, lá isso merece. Admiro-o tal como é, esbracejante a lembrar pássaro louco enamorado, no caso dele montado num cavalo a derrubar torres e prostrar bispos, dando xeque-mate aos mais pintados.»

in Facebook - Pedro Vinagre
  .

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Adeus e até Sempre... Manuel Martinho Lopes





“O xadrez scalabitano ficou mais pobre. Partiu um dos maiores xadrezistas da região, talvez o maior de sempre: Manuel Martinho Lopes
Excessivo? Talvez, mas é o sentimento que fica (que é o que conta), é o sentimento que paira no subconsciente escaquístico neste momento doloroso para todos quantos tiveram a oportunidade de privar um pouco com esta figura do xadrez nacional.
Era uma figura imponente e de voz tonitruante, que via no tabuleiro (em segundos...!)  o que parecia impossível aos outros…

É sempre difícil fazer comparações com figuras ainda maiores, mas o seu estilo arrojado, as suas combinações inventivas e geniais, faz-nos pensar que, à nossa escala, seria um pouco de Fischer, um pouco de Tal, um pouco do Alekhine e um pouco de Capablanca…

Lembramo-nos das suas análises, da sua gargalhada cáustica e da forma e estilo como proferia a sentença do destino do jogo…Aliás, quantas vezes ouvimos: "O quê? Jogaste o peão de rei?...´ Tás perdido!!!" A primeira jogada, um simples movimento de peão e a sentença pronta, sem apelo nem agravo! Dotado de humor corrosivo, alavancava os espíritos mais dolentes, envolvendo os demais numa batalha absolutamente fantástica, conferindo ao xadrez scalabitano um carácter único, vibrante, imaginativo, sorridente e festivo. Como se quer.
Manuel António Martinho Lopes estava muito para além do seu tempo. Homem do xadrez e de muitas outras áreas, de cultura invejável. "One of a kind"! Marcou uma geração inteira de xadrezistas, cujo estilo se perpetuou de tal forma que ainda hoje perdura.
Recordamos alguns jogos marcantes, como o que jogou contra o Sérgio Rocha e como na abertura ficou com torre a menos, e como conseguiu dar a volta ao jogo…Sem comentários.
E de tantos outros episódios, recordamos aqui particularmente aquele em que num campeonato por equipas de partidas clássicas, ao fim de meia dúzia de lances (e de minutos) o adversário não tinha lance útil, e o Martinho foi fazendo o jogo durar…durar...durar tanto que acabou praticamente ao mesmo tempo que os restantes jogos dos colegas de equipa. No final do jogo, questionado por que não tinha jogado “este lance” e “aquele lance”, que acabavam imediatamente a partida, encolheu os ombros e, no seu muito peculiar jeito, retorquiu: ”E ficava a fazer o quê o resto do tempo?”...Era Assim o nosso Martinho…

Despedimo-nos de um dos grandes que se junta a outros no Olimpo dos Deuses do xadrez, a que pertence por direito. A ti Manuel Martinho Lopes: P4R!

Adeus e até Sempre…”

Casa do Xadrez de Alpiarça
.




RPX 1978 - Manuel Martinho Lopes




Simultânea de xadrez no Museu Distritalem Santarem - Manuel Martinho Lopes - 1991





Manuel Martinho em 2008-2009
.

sábado, 5 de dezembro de 2015

BAÚ DA NOSTALGIA (parte 11)





E agora, a mais que justa homenagem a todos os que passaram pelo Grupo de Xadrez de Santarém ou ensinaram xadrez a tantos, alguns já falecidos (nomeadamente o Eurico Seco e o Vítor Marques), com 4 partidas, começando pelo Martinho Lopes, que terá sido o maior expoente do xadrez escalabitano e terminando no Vítor Ferreira, grande companheiro de muitas lides e amigo de sempre, sem esquecer todos, mas lembrando ainda, muito particularmente, o Carlos Januário, grande impulsionador e fundador do Grupo de Xadrez de Santarém.

8 de Junho de 1977      

Brancas: C. Nascimento             Pretas: Martinho Lopes

(Campeonato Distrital Individual)

1 – e4    e5      2 – Cf3     Cç6    3 – Bb5    a6       4 – Bxç6     dxç6     5 – d4    exd4    6 – Dxd4     Be6 7 – Bf4   Cf6     8 – C(b)d2    Be7    9 – O-O    ç5     10 – Dxd8+    Bxd8    11 – T(f)e1    Ch5             12 – Be3      Be7    13 – e5! (dificulta o jogo das negras) h6     14 – T(a)d1    O-O-O   15 – Ce4   b6  16 – b3    g5    17 – Cg3    Cg7     18 – h3   Cf5     19 – Cxf5     Bxf5    20 – ç4     Txd1    21 – Txd1     Td8 (=)    22 – Txd8+    Rxd8     23 – Cd2    Rd7    24 – f4     Re6    25 – Rf2    Bç2    26 – g4 (era melhor g3)   gxf4    27 – Bxf4     Bf8     28 – Re3   Bg7     29 – h4    a5     30 – Ce4    a4   31 – bxa4     Bxa4     32 – Cç3      Bç6       33 – Ce4     Bd7? (era melhor Bxe5)    34 – Cf6    Bç6   35 – Cg8 (neste momento são as pretas que lutam pelo empate) Ba4   36 – Cxh6     Bd1    37 – Cf5    Bf8      38 – Cg3    Bxg4      39 – h5     Bg7     40 – h6    Bh8       41 – Ce4     Rf5
42 – Cg5     Bh5      43 – Ce4     Bg6       44 – e6??? (a raposa matreira do Martinho, sempre á espera de qualquer coisa e … o “pato” cai!) (havia empate por repetição com Cg5, pois se Bxe5,Bxe5,Rxe5,Cxf7!)    Bd4+ (Claro)    Abandonam.

 [Event "Distrital de Santarem"]
[Date "1977.??.??"]
[White "Carlos Nascimento"]
[Black "Martinho Lopes"]
[Result "0-1"]
[ECO "C68"]

1. e4 e5 2. Nf3 Nc6 3. Bb5 a6 4. Bxc6 dxc6 5. d4 exd4 6. Qxd4 Be6 7. Bf4 Nf6 8.
Nbd2 Be7 9. O-O c5 10. Qxd8+ Bxd8 11. Rfe1 Nh5 12. Be3 Be7 13. e5 h6 14. Rad1
O-O-O 15. Ne4 b6 16. b3 g5 17. Ng3 Ng7 18. h3 Nf5 19. Nxf5 Bxf5 20. c4 Rxd1 21.
Rxd1 Rd8 22. Rxd8+ Kxd8 23. Nd2 Kd7 24. f4 Ke6 25. Kf2 Bc2 26. g4 gxf4 27. Bxf4
Bf8 28. Ke3 Bg7 29. h4 a5 30. Ne4 a4 31. bxa4 Bxa4 32. Nc3 Bc6 33. Ne4 Bd7 34.
Nf6 Bc6 35. Ng8 Ba4 36. Nxh6 Bd1 37. Nf5 Bf8 38. Ng3 Bxg4 39. h5 Bg7 40. h6 Bh8
41. Ne4 Kf5 42. Ng5 Bh5 43. Ne4 Bg6 44. e6 Bd4+ 0-1





por:  Carlos Nascimento
 



.

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Santarém: Xadrez na Sala de Leitura Bernardo Santareno, anos 1980







Santarém, final dos anos 1980. Torneio de xadrez organizado pelos Caixeiros, Grupo de Futebol Empregados do Comércio de Santarém, na antiga sala de Leitura Bernardo Santareno, na altura localizada no Campo Sá da Bandeira, agora Jardim da Liberdade.

Fotos do arquivo do GFECS
Vê-se o Manel Martinho, o Massano muita novinho, tal como o Gamelas,o José Fernando , o Carlos Nascimento, o Victor Ferreira, o Luís e para já é tudo. Era engraçado identificarmos as caras todas.
 
 

.

sábado, 4 de dezembro de 2010

"O Barba Negra" - por Francisco Carapinha

Click na imagem para aceder ao Expresso das Ilhas... Depois é só ir até à página 49.


Meus caros,

Anexo um exemplar em PDF da edição desta semana do semanário local “Expresso das Ilhas”, onde actualmente tenho uma crónica semanal.

Na página 49 encontrarão a minha crónica, que esta semana decidi intitular de “O Barba Negra”. Certamente já estarão a adivinhar a quem se refere. É uma coisita pequena, porque o espaço também é diminuito, mas vai dando para se ir divulgando um pouco.

Um abraço,

Francisco Carapinha


EI 01 DEZ 2010.pdfEI 01 DEZ 2010.pdf
5377K
View Download


Luis Santos vs. Manuel Martinho Lopes


segunda-feira, 17 de maio de 2010

1978: Luis Ochoa vs. Manuel Martinho Lopes [C57]

[Event "Camp Nac S. J. Madeira 1978"]
[Site "?"]
[Date "1978.09.??"]
[Round "?"]
[White "Ochoa, Luis"]
[Black "Lopes, Martinho"]
[Result "1/2-1/2"]
[ECO "C57"]

1. e4 Nc6 2. Nf3 e5 3. Bc4 Nf6 4. Ng5 d5 5. exd5 b5 6. Bxb5 Qxd5 7. Bxc6+ Qxc6
8. Qf3 Qxf3 9. Nxf3 e4 10. Nd4 Bc5 11. Nb3 Bb6 12. d4 exd3 13. cxd3 Bf5 14. d4
O-O 15. Be3 Bd3 16. Nc3 c6 17. O-O-O Bg6 18. h4 Rfe8 19. Nc5 Bc7 20. d5 cxd5
21. Nxd5 Nxd5 22. Rxd5 h5 23. Rhd1 Rac8 24. Kd2 f5 25. b4 f4 26. Bd4 a5 27. a3
axb4 28. axb4 Ra8 29. Ra1 Rad8 30. Rxd8 Bxd8 31. Ra7 Bf7 32. Nb7 Bxh4 33. Nd6
Rd8 34. Be5 Bxf2 35. Rxf7 Rxd6+ 36. Bxd6 Be3+ 37. Kd3 Kxf7 38. Ke4 g5 39. Kf5
Ke8 40. Be5 Bd2 41. b5 Kd7 42. Bf6 g4
1/2-1/2



domingo, 31 de maio de 2009

Luis Santos vs. Martinho Lopes: 1/2 - 1/2

[Event "Cam Nac S. J. Madeira "]
[Site "?"]
[Date "1978.09.??"]
[Round "?"]
[White "Santos, Luis"]
[Black "Lopes, Martinho"]
[Result "1/2-1/2"]
[ECO "E10"]
[PlyCount "114"]

1. Nf3 Nf6 2. c4 Nc6 3. d4 e6 4. g3 Bb4+ 5. Nbd2 Ne4 6. Bg2 Nxd2 7. Bxd2 Bxd2+
8. Qxd2 O-O 9. O-O a5 10. d5 Ne7 11. d6 cxd6 12. Qxd6 Ra6 13. Qd2 Nc6 14. Nd4
Nxd4 15. Qxd4 Qe7 16. Rfd1 e5 17. Qc3 d6 18. Rd5 Be6 19. Rb5 b6 20. Rd1 Rc8 21.
b3 f6 22. Bd5 Rc5 23. Bxe6+ Qxe6 24. Qd3 a4 25. Qxd6 Qxd6 26. Rxd6 axb3 27.
axb3 Rxb5 28. cxb5 Ra3 29. Rxb6 Rxb3 30. Rb7 h5 31. h4 Kh7 32. b6 Kg6 33. f3
Kf5 34. Kf2 e4 35. fxe4+ Kxe4 36. Re7+ Kf5 37. b7 g5 38. hxg5 fxg5 39. e4+ Kf6
40. Rh7 h4 41. gxh4 gxh4 42. Rxh4 Rxb7 43. Ke3 Rb1 44. Rh6+ Ke5 45. Rh5+ Ke6
46. Rh8 Re1+ 47. Kf2 Ra1 48. Re8+ Kf7 49. Rc8 Ke6 50. Kf3 Rf1+ 51. Kg4 Rg1+ 52.
Kf4 Rf1+ 53. Ke3 Re1+ 54. Kd3 Rd1+ 55. Ke2 Rh1 56. Rc5 Kd6 57. Rc3 Ke5 1/2-1/2

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Camp.Nac. 1978: Fernando Sequeira vs. Martinho Lopes: 0-1

[Event "Campeonato Nacional 1978"]
[Site "S.João da Madeira"]
[Date "1978.09.??"]
[Round "2"]
[White "Sequeira, Fernando"]
[Black "Lopes, Manuel Martinho"]
[Result "0-1"]
[PlyCount "77"]
[EventDate "1978.09.??"]

A partida comentada ...

1. Nf3 Nf6 2. g3 e6 3. Bg2 Be7 4. d3 {( O-O 75% c4 25%)} O-O 5. O-O d6 6. e4 e5
7. Nbd2 Nc6 8. c3 Rb8 9. a4 Bd7 10. Qc2 Qc8 11. Re1 Ng4 12. h3 {D} Nh6 {= +0.39
} (12... Nf6 13. Kh2 a6 14. b4 Ra8 15. Nc4 Be6 16. a5 {=}) 13. Kh2 f6 14. Nc4
Nf7 15. Qe2 Qe8 16. Bd2 Ncd8 17. a5 {D} Nh8 {+= +0.66} (17... Ne6 18. Be3 b5
19. axb6 axb6 20. Nh4 g6 21. Nf3 b5 {=}) 18. Ne3 c6 19. b4 {D} Ndf7 {+= D +0.78
} (19... Ne6 20. Nf5 Nf7 21. d4 g6 22. Nxe7+ Qxe7 23. h4 Rfe8 {+=}) 20. Rf1 {
= +0.44} (20. Nf5 Ng6 21. Be3 a6 22. h4 Bd8 23. h5 {+=}) 20... Nh6 21. Ng1 Ng6
22. Nc4 f5 23. Bxh6 gxh6 24. Nf3 f4 {D} 25. g4 {= +0.14} (25. d4 exd4 26. Nxd4
Qf7 27. Bf3 c5 28. Nf5 Bxf5 29. exf5 Qxf5 30. g4 {=}) 25... Qf7 {D} 26. d4 {
= -0.03} (26. Rfb1 Be6 27. Rb2 Rfd8 28. Rab1 h5 29. g5 Qg7 {=}) 26... Be6 27.
Nb2 {D} Qf6 {= +0.18} (27... Nh4 28. dxe5 dxe5 29. Nd3 Nxf3+ 30. Bxf3 Bc4 31.
Qc2 Qg7 32. Rfd1 Rbd8 {=}) 28. Rad1 Rbd8 29. c4 Kh8 30. Rg1 Nh4 {D} 31. Qd2 $6
{-0.53} (31. d5 Bd7 32. a6 bxa6 33. dxc6 Bxc6 34. Ra1 Bb7 35. Nxh4 Qxh4 36. Nd3
{=}) 31... Nxf3+ 32. Bxf3 {D} Qh4 {= D -0.16} (32... exd4 33. Rc1 Kg7 34. Nd3
Qf7 35. c5 Bc4 36. cxd6 Bxd6 37. e5 Bc7 {=}) 33. Rg2 {D -0.53} (33. d5 cxd5 34.
cxd5 Bd7 35. Kg2 h5 36. Rh1 Rc8 {=}) 33... Rg8 {= -0.32} (33... h5 34. Nd3 Rg8
35. Rdg1 hxg4 36. Bxg4 Bxc4 37. Qc3 Bxd3 38. Qxd3 Rg6) 34. d5 Bd7 35. Qe2 {D}
Rg5 $6 {= D -0.04} (35... h5 36. Rdg1 Rdf8 37. Qf1 cxd5 38. cxd5 Rc8 39. Qe2)
36. Rh1 {-0.54} (36. Kh1 Rg6 37. dxc6 bxc6 38. Rh2 h5 39. gxh5 Rgg8 40. Bg4
Bxg4 {=}) 36... cxd5 37. exd5 {D} b5 {= D -0.14} (37... h5 38. Kg1 b6 39. axb6
axb6 40. Rhh2 Ra8 41. Kh1 Ra2) 38. Qc2 $4 {****D2 -0.1->-5.0 -5.03} (38. c5 h5
39. Kg1 dxc5 40. Nd3 cxb4 41. Nxe5 Rg7 42. Nxd7 Rxd7 43. Qxb5 {=}) 38... Qxh3+
39. Kg1 (39. Kg1 {11:-5.13} Qxf3 40. Rxh6 Bf5 41. Qd1 Qxd1+ 42. Nxd1 Bxg4 43.
Nc3 bxc4 44. Kf1 Rh5 45. Rxh5 Bxh5 46. Rh2) 0-1

quinta-feira, 28 de maio de 2009

quarta-feira, 18 de março de 2009

O adversário é sempre um elefante mesmo que pareça uma pulga…

.

Sobre as pulgas e os elefantes ? Pois vejam como no ano passado a equipa do Albufeira levou que contar dos açorianos... por isso, é preciso abrir a pestana.

(Click na imagem para ampliar...)


Já dizia o Manuel Martinho Lopes…

“ O adversário é sempre um elefante mesmo que pareça uma pulga…”


.