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sábado, 29 de março de 2014

sexta-feira, 15 de março de 2013

Questões de linguagem...



A Lei nº 46/2005 estabelece, explicitamente, que «O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos».

Dito isto, e apenas isto, parece não haver qualquer dúvida de que a finalidade da lei é evitar a eternização dos autarcas. Findos três mandatos consecutivos, os sehores presidentes cessam funções, ponto. E percebe-se que assim seja, porque já Eça de Queiroz dizia: "Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão"...


por Eduardo Martinho
in jornal O Mirante, de 07/03/2013

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

É assim na Suécia...


Vale a pena ver... ou rever... ou , para os mais "ceguinhos", abrir a pestana...


domingo, 25 de setembro de 2011

domingo, 31 de outubro de 2010

O palhaço




O palhaço

O palhaço compra empresas de alta tecnologia em Puerto Rico por milhões, vende-as em Marrocos por uma caixa de robalos e fica com o troco. E diz que não fez nada.
O palhaço compra acções não cotadas e num ano consegue que rendam 147,5 por cento. E acha bem. O palhaço escuta as conversas dos outros e diz que está a ser escutado.
O palhaço é um mentiroso.
O palhaço quer sempre maiorias. Absolutas. O palhaço é absoluto. O palhaço é quem nos faz abster. Ou votar em branco. Ou escrever no boletim de voto que não gostamos de palhaços.
O palhaço coloca notícias nos jornais. O palhaço torna-nos descrentes.

Um palhaço é igual a outro palhaço. E a outro. E são iguais entre si.

O palhaço mete medo. Porque está em todo o lado. E ataca sempre que pode. E ataca sempre que o mandam. Sempre às escondidas. Seja a dar pontapés nas costas de agricultores de milho transgénico seja a desviar as atenções para os ruídos de fundo. Seja a instaurar processos. Seja a arquivar processos. Porque o palhaço é só ruído de fundo.
Pagam-lhe para ser isso com fundos públicos. E ele vende-se por isso. Por qualquer preço. O palhaço é cobarde. É um cobarde impiedoso. É sempre desalmado quando espuma ofensas ou quando tapa a cara e ataca agricultores. Depois diz que não fez nada. Ou pede desculpa. O palhaço não tem vergonha. O palhaço está em comissões que tiram conclusões. Depois diz que não concluiu. E esconde-se atrás dos outros vociferando insultos.
O palhaço porta-se como um labrego no Parlamento, como um boçal nos conselhos de administração e é grosseiro nas entrevistas.
O palhaço está nas escolas a ensinar palhaçadas. E nos tribunais. Também. O palhaço não tem género. Por isso, para ele, o género não conta. Tem o género que o mandam ter. Ou que lhe convém. Por isso pode casar com qualquer género. E fingir que tem género. Ou que não o tem. O palhaço faz mal orçamentos. E depois rectifica-os. E diz que não dá dinheiro para desvarios. E depois dá. Porque o mandaram dar. E o palhaço cumpre. E o palhaço nacionaliza bancos e fica com o dinheiro dos depositantes. Mas deixa depositantes na rua. Sem dinheiro. A fazerem figura de palhaços pobres. O palhaço rouba. Dinheiro público. E quando se vê que roubou, quer que se diga que não roubou. Quer que se finja que não se viu nada.
Depois diz que quem viu o insulta. Porque viu o que não devia ver. O palhaço é ruído de fundo que há-de acabar como todo o mal. Mas antes ainda vai viabilizar orçamentos e centros comerciais em cima de reservas da natureza, ocupar bancos e construir comboios que ninguém quer. Vai destruir estádios que construiu e que afinal ninguém queria.
E vai fazer muito barulho com as suas pandeiretas digitais saracoteando-se em palhaçadas por comissões parlamentares, comarcas, ordens, jornais, gabinetes e presidências, conselhos e igrejas, escolas e asilos, roubando e violando porque acha que o pode fazer. Porque acha que é regimental e normal agredir violar e roubar. E com isto o palhaço tem vindo a crescer e a ocupar espaço e a perder cada vez mais vergonha. O palhaço é inimputável. Porque não lhe tem acontecido nada desde que conseguiu uma passagem administrativa ou aprendeu o inglês dos técnicos e se tornou político.
Este é o país do palhaço. Nós é que estamos a mais. E continuaremos a mais enquanto o deixarmos cá estar. A escolha é simples.
Ou nós, ou o palhaço.

por Mário Crespo

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Xadrez da Política

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xadrez-politicagem-desmobilia-01


Maria Alice Gazaniga, designer brasileira da Desmobília, criou um tabuleiro de xadrez em “homenagem” aos nossos políticos.

As peças do xadrez Politicagem, em verde e amarelo, representam a nossa política: o Rei é o Presidente, a Rainha é a Justiça, os Cavalos são a mídia, os Bispos representam os Senadores, as Torres são o Congresso Nacional e os peões são os nossos queridos Deputados.

Para finalizar, com aquele toque de política brasileira, o xadrez Politicagem vem embalado dentro de uma caixa de pizza! As peças, com design exclusivo, são feitas de PVC e o tabuleiro de fórmica laminada.

Além de ser uma boa ideia, o Politicagem é engraçado, com as peças todas super bem desenhadas e criativas. A Maria Alice está de parabéns!

O xadrez Politicagem custa R$345 (reais), no site da loja brasileira Desmobília.

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terça-feira, 27 de maio de 2008

O pesadelo de Kasparov :)

Nunca na sua vida Kasparov defrontou um adversário deste calibre.
É caso para dizer" É um adversário do Cxxxxxx..!!!"

sábado, 10 de maio de 2008

O que aconteceu à A.X.S. ????

Aqui fica a sugestão para a próxima discussão neste Blog. Que raio aconteceu à A.X.S.(Associação de Xadrez de Santarém )?!? Tantas promessas, tanta indignação contra certas pessoas... e depois "desaparecem" ??? Sim, porque ninguém oficialmente se despediu mas... também nuuuunca mais ninguém os viu !
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