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terça-feira, 30 de outubro de 2012

TVI - Olhos Nos Olhos - Medina Carreira e Paulo Morais

A pedido, aqui fica mais um programa a remate. 

Estes dois programas (o de ontem e este) dizem tudo e nem vala a pena falarmos mais destes assuntos aqui...



domingo, 28 de outubro de 2012

Prós e Contras - RTP1 - 15 Outubro 2012

Extrato do Prós e Contras de 2ª feira.  A Fátima nem se atreve a interrompê-lo…



quinta-feira, 27 de setembro de 2012

RTP 2 - Os Donos de Portugal


O documentário "Os Donos de Portugal", foi emitido pela RTP2 a 24/04/2012. Apresenta a correlação dos maiores e mais influentes famílias portuguesas no plano político-económico desde o início do séc. XX até aos dias de hoje.

Tem cerca de 1 hora de documentário, mas ficamos a saber porque o meu querido País há mais de 200 anos que não levanta cabeça, os tipos até no Salazar mandavam!!!! 

Este jornalista claro que teve "problemas" por causa deste documentário...


quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Estágios na administração local

Nem só de Xadrez vive o Homem !

Como isto de mal para muitos jovens, aqui fica uma informação que pode dar jeito.

Atenção que o concurso acaba amanhã dia 4 de Fevereiro ! Mas como a candidatura é feita pela internet, vão tanto a tempo hoje ou amanhã como há 10 dias atrás.



http://t1.gstatic.com/images?q=tbn:ANd9GcRG9UdCyAo332b-yt_oyCAupbnT9m-yFLh0nm2YIJeIsZ9ZzjsO

1.330 vagas nas mais diversas áreas, de Norte a Sul do país

Abre esta segunda-feira o prazo para as candidaturas aos 1.330 estágios na
administração local. Os interessados podem candidatar-se através da Internet
até ao próximo dia 4 de Fevereiro.

De acordo com a Lusa, quem quiser entrar na quarta edição do Programa de
Estágios Profissionais na Administração Local (PEPAL) pode fazê-lo através
do site da Direcção-Geral das Autarquias Locais (www.portalautarquico.pt).

Apesar de o programa permitir um máximo de 2 mil estagiários, apenas 1.330
vagas foram abertas pelas autarquias em estruturas municipais, de freguesia,
de comunidades intermunicipais, de associações de municípios e em empresas
locais.

As ofertas de estágios vêm de todas as regiões, embora com maior incidência
no Centro, que abriu 515 vagas. O Norte oferece 485 e o Alentejo 319, a
Grande Lisboa abriu apenas 10 e o Algarve apenas uma.

As autarquias procuram pessoas com formação em diversas áreas, do turismo,
ciências da comunicação e educação ao direito, desporto, arquitectura,
serviço social, geografia, engenharias e gestão, entre outras.

O programa destina-se a jovens licenciados, desempregados, à procura do
primeiro emprego ou à procura de emprego correspondente à sua área de
formação e nível de qualificação.

A edição anterior do PEPAL, que conta com fundos comunitários, colocou 915
estagiários em câmaras municipais, 94 em juntas de freguesia e 36 em
associações de municípios.

Os estagiários licenciados recebem uma bolsa correspondente a dois salários
mínimos, durante o ano de duração do estágio, enquanto que os estagiários de
formação técnico-profissional recebem uma bolsa correspondente a um salário
mínimo e meio.



Fonte:
http://www.agenciafinanceira.iol.pt/economia/estagios-estagiarios-administracao-local-autarquias-municipios-emprego/1228136-1730.html
.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

segunda-feira, 20 de abril de 2009

A deflacção. Mas... o que é a deflaçcão?

A revista The Economist faz todos os meses de Janeiro uma edição especial sobre a economia de cada um dos países do mundo, com previsões, dados macroeconómicos e afins.

Em 2009, para Portugal, prevê-se a deflacão (ler a notícia do Público). É uma previsão perturbadora, mas nada que alguns economistas não tenham já previsto.
Os telejornais deram todos a notícia, mas o nível de jornalismo em Portugal é baixo e não lhes permitiu tempo para explicarem o que é a deflaçcão.
Não era suposto os meios de comunicação social informarem e esclarecerem?

Não sendo a deflacção um termo económico muito comum no nosso léxico (a última vez que houve deflacção em Portugal foi há mais de 50 anos!) e sendo um cenário muito preocupante, caso aconteça, não teria sido simpático explicar o que é isto ?


Vejam por vós mesmos e se puderem não deixem de ter emprego!!! Num cenário como o que é agora previsto, não ter rendimento é o mesmo que entrar numa espécie de exclusão social.

Muitos pensam que a baixa generalizada dos preços é uma boa coisa para o consumidor individual e, por isso, se interrogam porque "carga de água" os economistas tanto temem que a "inflacção" - o aumento dos preços - se transforme em "deflacção" , que é o seu oposto.

O problema não está tanto nesse decréscimo de preços, mas sim naquilo que o ocasionou.

Normalmente só se baixam os preços quando o mercado já não absorve os bens e serviços aos preços tabelados . É, por esse motivo, a deflacção um sintoma preocupante de uma economia estagnada onde o comércio abdica das suas margens legítimas para "não perder tudo". Sinais exteriores deste fenómeno , que se evidencia pela dificuldade em escoar stocks de mercadorias, são os Saldos a toda a hora, os Descontos Antes do Natal, os pagamentos a prestações sem juros... E por aí fora.

Por norma estas situações de "deflacção" estão também relacionadas com o aumento do Desemprego e respectivas consequências para a economia em geral, com relevo para a baixa de consumo que provocam, já que as economias familiares das famílias atingidas têm de se concentrar no essencial e deixar de se preocupar com o supérfluo.

O reerguer da Economia tem de passar pelas Empresas, pela sua saúde financeira e económica, permitindo-lhes pagar bem e empregar melhor, injectando assim na economia real o dinheiro para o consumo que tanta falta já faz...Mas para que isto aconteça é urgente o apoio dos bancos Comerciais, sobretudo ao nível do crédito a conceder.

Nos USA o Dólar já é "dado" no mercado primário, isto é, o Banco central já empresta aos bancos Comerciais a juro praticamente nulo e aqui na Europa este "preço do dinheiro para os bancos" andará ainda pelos 2,5%, mas a tendência no futuro será a mesma.

Mas então porque é que os Bancos comerciais não se apressam a emprestar eles próprios o dinheiro a baixos custos às PME's e Famílias?

Por causa dos riscos que estas situações de crise trazem consigo. Em economias em depressão o risco do incumprimento por parte de quem pede emprestado é bastante maior do que em economias estáveis. Daí as cautelas e os vários pares de luvas que o sistema bancário utiliza para analisar os pedidos de crédito, individuais ou de PME's.

Parece esta situação uma "pescadinha de rabo na boca"? Pois parece, e o complicado é encontrar uma ferramenta económica que quebre este círculo vicioso para o transformar em círculo "virtuoso"...

Não há "receitas de cozinha" para resolver isto, mas as possíveis soluções passam - na sua maioria - pelo Investimento Público na economia, à laia de "empurrão" inicial que quebre a inércia da economia estagnada e traga confiança ao mercado.



in blogs "O meio é a mensagem", "Visto da Economia" e o "Correio-Mor"