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sexta-feira, 6 de maio de 2011

Câmara Municipal de Alpiarça e a Casa do Xadrez

Casa do Xadrez de Alpiarça campeã da 3.ª Divisão Zona E

A Casa do Xadrez de Alpiarça sagrou-se campeã da 3ª Divisão Zona E, subindo na próxima época, à 2ª Divisão Nacional

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A Casa do Xadrez de Alpiarça sagrou-se campeã da 3ª Divisão Zona E, subindo na próxima época, à 2ª Divisão Nacional.

De notar que a equipa (Casa do Xadrez de Alpiarça) se sagrou campeã e subiu sem perder uma única partida em 7 rondas! Cedeu apenas um empate (contra o G.C. Odivelas) e ganhou todos os outros 6 encontros.

A equipa Campeã da Casa do Xadrez de Alpiarça foi composta esta época pelos seguintes elementos:

1 - Carlos Nascimento
2 - Victor Ferreira
3 - António Vinagre
4 - Bruno Moreira
5 - Pedro Diogo
6 - Miguel Barriga
7 - Luís António
8 - José Fernando Gomes
9 - Porfírio Fernandes
10 - Xavier Fernandes


quinta-feira, 5 de maio de 2011

A.X.Santarém: Campeonato Distrital Absoluto - Época 2010/2011

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjCKn188B9DayAPrKCaQcd5o0ZflChEXx11aRBeecOWLzQ3iBhd5qlNfU7_cGezN7Qul8RPiVI93mXqiaBHqErTAJQnT2trB0rd7063H2LoxVy9W-MC9S_q2eNOe1QTb6UEVP_rtwlt8Tg0/s400/Template+Icon+AXS_cr.png
Associação de Xadrez de Santarém - a 1ª Associação de Xadrez em Portugal



Ex.mos Sr.(s)

Venho por este meio divulgar o Regulamento do Campeonato Distrital Absoluto da Ass. de Xadrez de Santarém, que se irá realizar na localidade de Marruas (Torres Novas) nos dias 15, 29 de Maio e 19 de Junho.

As datas foram escolhidas com o objectivo de não coincidirem com nenhuma prova e de não sobrecarregarem a vida pessoal e laboral aos jogadores.

A prova será válida para elo FIDE e para isso peço a vossa participação para que o Distrital Absoluto deste ano seja o mais forte alguma vez realizado no nosso Distrito.

Na colectividade das Marruas são servidas refeições, assim solicita-se aos jogadores que informem no acto de inscrição se estão interessados ou não.



click na imagem para conseguir ler o Regulamento completo...



Indicações da localização de Marruas (Torres Novas)

Saída da A23 -
1ª rotunda - saída à direita em direcção a Torres Novas centro;
2ª rotunda - 2ª saída (esquerda)
3ª, 4ª, 5ª e 6ª rotundas sempre em frente. A última é de saída de Torres Novas.
Segue-se em frente cerca de 2.20 km
7ª rotunda - 3ª saída (esquerda) em direcção às Marruas

Passa-se pelo viaduto por cima da A23
A 300m no Largo onde está o Ringue fica a ACDR Marruas.

Total - 6km





Cumprimentos
Paulo Costa

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Mirante: Casa do Xadrez com honras de 1ª Página !


click nas imagens para as aumentar...


Aqui fica o texto completo da notícia para mais fácil leitura:


« Desporto

Jogadores juntam-se todas as sextas-feiras à noite para descomprimirem de uma semana de trabalho e aproveitam para treinar

Clube de Xadrez de Alpiarça sobe à segunda divisão nacional


Jogadores entre os 29 e 61 anos, com diversas actividades profissionais, mas sobretudo amantes do xadrez, juntam-se semanalmente com olhos postos nos tabuleiros e nas peças. Juntam o puro amadorismo ao sucesso desportivo em Alpiarça.


Todas as sextas-feiras à noite os jogadores do Clube de Xadrez de Alpiarça cumprem o mesmo ritual. Juntam-se na sede do clube no primeiro andar do edifício onde até à década de 70 funcionou a escola primária. Jogam partidas de xadrez, dando indicações das melhores tácticas e apontando os erros das jogadas.

Em cima da mesa da sala dois tabuleiros de xadrez prontos a serem utilizados. Os relógios cronometram o tempo para as partidas serem o mais aproximado possível com os campeonatos que disputam. O whisky, as cervejas e os cigarros ajudam a estimular o raciocínio das jogadas e a descomprimir de uma semana de trabalho. Na estante, junto à janela que dá acesso à varanda, a maior parte dos livros apresenta possíveis jogadas de xadrez e a continuidade dessas jogadas.

A equipa de xadrez de Alpiarça conquistou o primeiro lugar da sua série disputando a segunda divisão nacional da modalidade na próxima época desportiva. Um lugar pelo qual lutavam há algum tempo desde que há três anos desceram à terceira divisão nacional por questões administrativas. “Há três anos a Federação emitiu um novo regulamento em que as equipas que não tivessem jogadores jovens inscritos e a participarem nas provas teriam que descer de divisão. Foi uma injustiça mas não tivemos hipótese porque não tínhamos jogadores com as idades que eles queriam”, justifica Pedro Vinagre.

“O xadrez não é para cromos nem para inteligentes”

Apesar de se chamar Clube de Xadrez de Alpiarça a maioria dos jogadores é de Santarém, sendo que um é de Rio Maior. A equipa começou por jogar, na década de 70, em Santarém. Entretanto, quando a autarquia lhes retirou a sala onde treinavam e mudaram-se para Rio Maior onde jogaram durante vários anos. Há cerca de cinco anos um dos colegas de Alpiarça arranjou um espaço na vila e a formação mudou-se para a localidade alterando também o nome da equipa.

A Casa do Xadrez de Alpiarça é composta por vários jogadores com idades entre os 29 e 61 anos, com diferentes profissões. Informáticos, professores, bancários, antigos oficiais da Marinha juntam-se semanalmente para desfrutarem de uma paixão comum: o xadrez. Os jogadores concordam que o xadrez ainda é visto por “muita gente” como um bicho-de-sete-cabeças mas garantem que essa teoria não passa de um mito. “O xadrez não é só para cromos nem para inteligentes. O xadrez é para todas as idades para inteligentes e menos inteligentes. É um jogo que é tudo menos parado. Quem está dentro do jogo sente a movimentação que se passa em cima de um tabuleiro”, esclarece Luís António, auditor bancário.

Luís António garante ainda que o xadrez desenvolve e estimula o raciocínio humano e que vários estudos realizados provam que os alunos que praticam xadrez apresentam melhores resultados a nível de aprendizagem. “Em vez de oferecerem playstations podem oferecer um tabuleiros com as peças de xadrez. É mais barato e mais enriquecedor”, garante Pedro Vinagre.

O próximo objectivo da Casa do Xadrez de Alpiarça é regressar à primeira divisão nacional onde já jogou durante vários anos. Os jogadores têm noção que será difícil manterem-se na primeira divisão uma vez que a maioria dos participantes joga a um nível profissionais e as suas vidas profissionais não lhes permite dedicarem-se à modalidade a tempo inteiro. O grupo prefere continuar a manter o seu ritual de se juntarem todas as sextas-feiras pela madrugada dentro a conviverem enquanto estimulam o cérebro com mais umas partidas de xadrez. »


por jornal O Mirante

terça-feira, 3 de maio de 2011

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Mirante: Xadrez de Alpiarça...

click na imagem para conseguir ler a notícia...

domingo, 1 de maio de 2011

Crónica de uma sanha anunciada

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEia3zKORzMgbVavf_3h_B8PeJH4q8zJibZR0ldNbbyqf2sGFqYXvoC7fAzlYPingxBbhkFpbDmHy2jiPn_CpxACEg3zNGQ_POXs2NYcYHB7d7F98IZcYhmn-wcY0WJ-aGyS6vx2t27tmkU/s1600/Editorial_Noticias.jpg


Finalmente concretizei o que me prometi há 3 anos, com o Manifesto Anti-Niza.

http://7ze.blogspot.com/2008/06/manifesto-anti-niza.html Bem sei que neste país a mentira, por muito descarada que seja, ganhou foros de lugar comum, apostando-se cada vez mais na memória curta do vulgar cidadão. Infelizmente para alguns, talvez, há verdades que considero inquestionáveis, que fazem parte da minha história e da minha identidade, das quais não poderia abdicar sem colocar em causa a minha dignidade. Aqui fica o relatório dos factos. Ontem, dia 16 de Abril, pelas 21h30, dirigi-me à Escola Prática de Cavalaria para um Colóquio sobre as senhas de Abril, com o Coronel Correia Bernardo (a Lusa difundiu o erro de lhe chamar «Bernardes»), Otelo Saraiva de Carvalho, Paulo de Carvalho, Joaquim Furtado e José Niza. Esperei pelo fim da conversa para pedir educadamente a palavra ao moderador, Joaquim Furtado, agitando o livro dos depoimentos de Salgueiro Maia, que ele obviamente conhecia, pois acabara de o citar. No entanto, após breve consulta ao organizador do evento, ao seu lado esquerdo, José Niza, «esqueceu-se» do pedido. Marchei pois em direcção ao palco, pois não estava disposto a deixar escapar a oportunidade. Face a uma tentativa de interposição do Joaquim Furtado, declarei que o 25 de Abril tinha sido feito a favor da liberdade de expressão e que o evento fora apresentado como Colóquio e não como Solilóquio. O Joaquim Furtado, por quem, aliás, tenho o máximo respeito como jornalista (bastar-me-ia lembrar os programas sobre a Guerra Colonial), ainda balbuciou algo como «não estarem previstas intervenções» e «tinha de começar o concerto». Face à debilidade da oposição, tomo-a por uma autorização, subo o degrau para o palco e sinto que alguém me agarra o braço: era José Niza que me convidava «a ir falar lá para fora»; sacudi-o veementemente. Eu fora ali para uma reparação pública e não para um duelo. Adquirido o direito de me dirigir à assistência, deixo aqui de memória o essencial do meu discurso, daquilo que me lembro de ter dito em alta voz, sempre virado para o visado:

«Há 3 anos, por ocasião das Comemorações do 25 de Abril, o jornal Mirante, cuja sede é aqui bem perto, publicou um livro de poesia de José Niza, que foi amplamente distribuído com o Semanário Expresso. O destaque de capa inteira ía para uma entrevista a José Niza, dando por título «Salgueiro Maia quis entregar 150 G3 na sede do PS em Santarém.» referindo-se ao dia 24 de Novembro de 1975.Infelizmente, Salgueiro Maia já cá não está para o contradizer. No entanto, tenho aqui as suas memórias, escritas pelo seu punho, das quais um excerto, páginas 86 a 87, acaba de ser citado por Joaquim Furtado. Passo a citar Salgueiro Maia, nesse mesmo livro, página 110: Num almoço com o coordenador da acção do 25 de Novembro, concordei em actuar nas condições referidas, tendo por especial preocupação evitar a distribuição de armas a civis, até para evitar uma guerra civil. _Sr. José Niza: a sua entrevista correspondeu a um momento menos feliz da sua carreira, compreensível no âmbito de uma saúde comprometida. Aproveito o ensejo de estar aqui presente nestas comemorações para lhe manifestar a minha indignação e lhe pedir humildemente para se retractar em público. Deve-o à história»

Um elemento da assistência levantou-se então com «maus modos» a dizer que lhe estava a adiar o concerto, pelo que abandonei a sala, infelizmente sem agradecer à audiência a atenção que tinha solicitado e recolhido. Desde já as minhas sinceras desculpas a todos os presentes, bem como o meu obrigado pela salva de palmas à qual a causa que julgo justa e soube apresentar teve direito. De dar que pensar ao Senhor José Niza.