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quinta-feira, 7 de abril de 2011

Camp. Europa 2011: Francisco Vallejo Pons vs. Anton Korobov

Vallejo Pons,Francisco (2707)


[Event "12th ch-EUR"]
[Site "Aix-les-Bains FRA"]
[Date "2011.03.31"]
[Round "9"]
[White "Vallejo Pons, Francisco"]
[Black "Korobov, Anton"]
[Result "1-0"]
[ECO "B06"]
[WhiteElo "2707"]
[BlackElo "2647"]

1. e4 g6 2. d4 Bg7 3. Nc3 d6 4. Bg5 h6 5. Bh4 Nc6 6. d5 Nd4 7. Qd2 c5 8. Nd1
Bd7 9. c3 Nb5 10. f4 Nf6 11. Bd3 Nc7 12. Nf3 b5 13. O-O O-O 14. Bc2 Nh5 15. f5
gxf5 16. exf5 Nf6 17. Ne3 Bc8 18. a4 a6 19. b3 Bb7 20. c4 Qd7 21. Bxf6 exf6 22.
Ng4 h5 23. Nf2 Rfe8 24. Ne4 bxc4 25. bxc4 a5 26. Ng3 Na6 27. Nxh5 Nb4 28. Qf4
Kf8 29. Be4 Ba6 30. Rac1 Bh8 31. Nh4 Ke7 32. Ng6+ fxg6 33. fxg6 Kd8 34. Bf5 Qe7
35. Rce1 Qf8 36. g7 Bxg7 37. Nxg7 Kc7 38. Rxe8 Rxe8 39. Ne6+ Rxe6 40. dxe6 1-0


Tabuleiro do "Match do Século" de 1972 entre Fischer-Spassky bate recorde !

O 3º encontro do "match do Século" de 1972 foi jogado numa sala das traseiras do Laugardalshöll theatre em Reykjavik, depois de Fischer de ter queixado acerca do barulho no hall principal, o que o levou depois a faltar ao 2º encontro do Match.

O tabuleiro usado nessa 3ª partida do Match foi oferecido a um dos elementos da Organização, que agora o vendeu num leilão em Nova York: atingiu um preço recorde de US $76,275 !!! (48,000 euros).


O tabuleiro leiloado, autografado pelos próprios Bobby Fischer e Boris Spassky

(photo de Philip Weiss Auctions)



O tabuleiro e peças foram vendidas por Gudmundur G. Thórarinsson, que era presidente na altura do Match, da Icelandic Chess Federation.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Campeonato Europeu 2011: Potkin campeão, Wojtaszek foi 2º, Polgar foi 3º !!!


Os campeões europeus de 2011: Potkin campeão, Wojtaszek foi 2º, Polgar foi 3º !!!


Classificação final (top 26)

Rk
Tit
Name
Nat
Rtg
Pts
TB1
TB2
TB3
Perf
Elo +/-
1
GM
Potkin Vladimir
RUS
2653
8.5
2849
63.5
78.0
2822
24.3
2
GM
Wojtaszek Radoslaw
POL
2711
8.5
2826
63.0
77.0
2812
14.5
3
GM
Polgar Judit
HUN
2686
8.5
2799
63.5
77.0
2781
13.4
4
GM
Moiseenko Alexander
UKR
2673
8.5
2755
62.0
74.5
2790
16.3
5
GM
Vallejo Pons Francisco
ESP
2707
8.0
2819
66.5
80.0
2764
8.2
6
GM
Ragger Markus
AUT
2614
8.0
2783
62.5
76.0
2768
22.8
7
GM
Feller Sebastien
FRA
2657
8.0
2766
58.5
70.5
2763
15.4
8
GM
Svidler Peter
RUS
2730
8.0
2751
62.5
76.5
2757
4.2
9
GM
Mamedov Rauf
AZE
2667
8.0
2751
61.0
74.0
2754
12.4
10
GM
Vitiugov Nikita
RUS
2720
8.0
2741
63.0
76.5
2744
3.9
11
GM
Zhigalko Sergei
BLR
2680
8.0
2732
59.5
72.0
2731
7.5
12
GM
Jakovenko Dmitry
RUS
2718
8.0
2719
60.0
72.5
2704
1.3
13
GM
Korobov Anton
UKR
2647
8.0
2697
61.5
75.0
2740
13.4
14
GM
Inarkiev Ernesto
RUS
2674
8.0
2695
60.0
72.5
2735
8.5
15
GM
Postny Evgeny
ISR
2585
8.0
2633
52.0
64.0
2676
14.0
16
GM
Azarov Sergei
BLR
2615
7.5
2776
62.5
75.0
2723
17.1
17
GM
Khairullin Ildar
RUS
2634
7.5
2771
61.5
74.5
2720
13.8
18
GM
Kobalia Mikhail
RUS
2672
7.5
2754
57.0
70.5
2716
7.0
19
GM
Guliyev Namig
AZE
2522
7.5
2739
59.5
71.0
2652
24.3
20
GM
Zherebukh Yaroslav
UKR
2560
7.5
2739
59.0
71.5
2712
25.1
21
GM
Riazantsev Alexander
RUS
2679
7.5
2728
60.0
72.5
2687
2.0
22
GM
Iordachescu Viorel
MDA
2626
7.5
2725
62.0
76.0
2716
14.2
23
GM
Lupulescu Constantin
ROU
2626
7.5
2722
58.0
71.0
2677
8.8
24
GM
Mcshane Luke J
ENG
2683
7.5
2718
59.0
72.5
2684
0.9
25
GM
Fridman Daniel
GER
2661
7.5
2717
56.5
69.0
2684
3.9
26
GM
Motylev Alexander
RUS
2677
7.5
2716
59.0
71.0
2710
5.4


Classificação final completa





[Event "12th ch-EUR"]

[Site "Aix-les-Bains FRA"]
[Date "2011.04.01"]
[Round "10"]
[White "Polgar, Judit"]
[Black "Iordachescu, Viorel"]
[Result "1-0"]
[ECO "B12"]
[WhiteElo "2686"]
[BlackElo "2626"]

1. e4 c6 2. d4 d5 3. e5 Bf5 4. Nd2 e6 5. Nb3 Nd7 6. Nf3 Bg6 7. Be2 Nh6 8. O-O
Nf5 9. c3 Rc8 10. Bf4 c5 11. dxc5 Bxc5 12. Nxc5 Nxc5 13. Bb5+ Nd7 14. Bg5 Qc7
15. c4 a6 16. cxd5 axb5 17. Rc1 Qb8 18. dxe6 fxe6 19. Qb3 Nf8 20. Qxb5+ Kf7 21.
Rxc8 Qxc8 22. Rc1 Qb8 23. g4 Nh6 24. Qb4 Kg8 25. Bxh6 gxh6 26. Qe7 Qe8 27. Qxb7
Qa4 28. b4 Be8 29. Qe7 Qd7 30. Rc7 Qxe7 31. Rxe7 Bc6 32. Nd4 Bd5 33. b5 Ng6 34.
Rc7 Nxe5 35. f4 Nf7 36. f5 exf5 37. Nxf5 Be6 38. b6 Bxf5 39. gxf5 Kg7 40. b7
Rb8 41. a4 Kf6 42. a5 Nd6 43. a6 Kxf5 44. a7 Rg8+ 45. Kf2 Nxb7 46. Rxb7 Ra8 47.
Ke3 Ke5 48. Rxh7 Rc8 49. Kd3 Kd5 50. Rxh6 Kc5 51. Ra6 Ra8 52. h4 Kb5 53. Ra1
Kb6 54. Ke4 1-0




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Último voo...

TAP: último voo

In Expresso - 05-03-2011

Miguel Sousa Tavares

Mais de trinta anos passados sobre a tormenta das nacionalizações e posteriores reprivatizações, o assunto não está ainda, como devia, encerrado. Ao longo dos anos, e ao sabor das necessidades de tesouraria ou das pressões das clientelas e boys candidatos aos lugares, os governos vão privatizando o que ainda está disponível e sempre com o critério que o que dá prejuízo jamais é privatizado; mas o que dá ou pode facilmente dar lucro é privatizado. Depois, consumada a privatização, há, invariavelmente, duas consequências: as novas empresas privadas vivem por regra em monopólio protegido pelo Estado — o que tem sido uma fonte de inesgotáveis fortunas acumuladas sem risco algum; e os consumidores saem sempre a perder. Que ganhámos nós, consumidores, nós, país, com a privatização, total ou parcial, da EDP, da PT, da Brisa, da Galp? Nada, absolutamente nada: passámos a pagar mais por pior serviço, enquanto vamos constatando os lucros fabulosos (e quase sempre com impostos de favor) que os novos donos recebem por explorar mal o que outrora era público. A ruína do país tem como contraponto, não sei se necessário, o fantástico negócio que as privatizações tardias têm sido para os seus beneficiários.

Mais uma vez apertado financeiramente, o Governo prepara-se para ‘voltar ao mercado’, oferecendo mais umas jóias da coroa, das poucas que restam e a preço de ocasião. Quais? Ora, não é com certeza a RTP, a REFER, a CP ou o Metro do Porto, essas empresas de défices crónicos por quem ninguém suspira. Também não é com certeza o BPN — esse caso notável de nacionalização fora de tempo e que confirma a regra de nacionalizar os prejuízos privados e privatizar os lucros públicos. Agora, na agenda de ‘esquerda’ do Governo PS, perfilam-se como candidatas ao portefólio do comendador Amorim ou da família Dos Santos, os CTT, as Águas de Portugal, a ANA e a TAP — o que resta apetecível. Todas, após privatização, passarão inevitavelmente a seguir a regra geral: pior serviço, custos mais caros para os consumidores, mercado protegido pelo Estado, lucros fantásticos para os accionistas e ‘planeamento fiscal inteligente’, isto é, impostos ridículos. Não tenham dúvidas: é assim a regra do jogo. Resta que a sua alienação a favor das clientelas empresariais do regime implica uma perda de soberania económica e estratégica que (como já vimos com a EDP, a Galp ou a PT), mais tarde ou mais cedo o país há-de pagar igualmente. Vejamos o caso da TAP.

Qualquer idiota sabe e percebe que a TAP é muito mais do que uma simples companhia aérea e mais até do que uma companhia aérea “de bandeira”. A TAP (excluindo o pequeno caso particular da SATA), é a única companhia aérea de um pequeno país continental que tem, todavia, o seu território disperso por mais dois arquipélagos e uma relação de presença muito forte e que deseja manter com uma série de países que foram suas colónias e outros onde se alberga uma vasta diáspora que queremos continue próxima. Ou seja, é um instrumento fundamental da nossa política externa e não apenas de representação. Muitíssimo mais importante e decisivo do que inúmeras Embaixadas que mantemos, delegações do Comércio Externo ou os ridículos Serviços de Informação (cuja utilidade ficou bem patente nos recentemente conhecidos relatórios sobre o Magrebe, onde se garantia que nenhuma revolta era previsível).
O país deve à TAP e aos seus trabalhadores inúmeros serviços cuja importância foi determinante para o nome de Portugal. A começar pelo repatriamento em massa e em condições operacionais dificílimas de centenas de milhares de portugueses evacuados das colónias em 1975. A continuar pelas ligações com países como Moçambique ou Cabo Verde ou (ainda hoje) com a Guiné-Bissau e S. Tomé e Príncipe, que lhes permitiram, pura e simplesmente, existir no mapa e sobreviver no mundo, e onde a chegada do avião da TAP foi ou ainda é a chegada do mundo, pela mão de Portugal. Muito mais do que toda a retórica, acordos ortográficos e declarações de amizade, devemos à TAP o melhor da imagem que Portugal hoje tem no Brasil, onde os setenta voos semanais para uma série de destinos diferentes representam também uma ligação fundamental entre o Brasil e a Europa e entre as comunidades emigrantes de ambos os países, além de um contributo determinante para o turismo de Lisboa, por exemplo. E devemos ao espírito de empresa dos seus trabalhadores e aos esforços da sua administração o facto de termos uma companhia aérea que é muito melhor do que o país que lhe dá bandeira (se alguém tem dúvidas, experimente voar na Ibéria ou na Alitália ou em qualquer companhia americana, para saber o que é uma má companhia aérea). Aliás, só esse espírito de empresa, tão raro entre nós, permitiu à TAP sobreviver a todos as malfeitorias que o accionista Estado contra ela cometeu até há dez anos, quando enfim se rendeu finalmente a uma gestão profissional e foi chamar quem o sabia fazer.

Vale a pena recapitular. A primeira malfeitoria foi fazer da TAP, durante mais de vinte anos, um albergue para os boys do bloco central, que a administraram como brinquedo seu, juntando a leviandade à incompetência: ainda me lembro de um presidente da TAP cuja grande obra foi inventar destinos sem qualquer viabilidade económica, para cujos voos inaugurais enchia o avião de convidados amigos e a “Olá-Semanário” para fazer uma reportagem ‘social’. Depois, houve que manter preços políticos e créditos incobráveis a favor dos PALOP e dos seus governantes, que também achavam que a TAP era coisa sua. A seguir, veio o ministro João Cravinho, que concebeu o funesto projecto de fundir a TAP com a Swissair (uma das piores companhias aéreas do mundo), plano que, embora ainda tenha chegado a causar danos, abortou porque, felizmente e entretanto, a Swissair faliu. Depois, obrigaram-na a comprar a Portugália (que, tendo nascido para concorrer com a TAP em destinos próximos, falhou e também estava falida). Depois, obrigaram-na a comprar também esse desastre da Groundforce espanhola a quem tinham entregado todo o handling do aeroporto de Lisboa e Faro (e cujos resultados ainda hoje impedem que a TAP seja confortavelmente lucrativa). E, finalmente, e ao contrário do que se passa no mundo inteiro, a TAP tem vindo a ser progressivamente empurrada para as traseiras e tratada como hóspede indesejável no aeroporto de Lisboa, por outra empresa pública, a ANA, e em benefício das low-cost (mas não é inocente: trata-se de justificar a necessidade do novo aeroporto de Lisboa com o argumento de que a TAP já não tem espaço na Portela). Ironicamente, a história da mostra-nos que de cada vez que gestores privados ditos “de sucesso” ou empresas privadas se imiscuíram no seu caminho, aqueles falharam e a TAP sobreviveu — mas foi chamada a pagar os custos do desastroso ‘sucesso’ privado alheio.

Ou seja: temos aqui uma empresa pública que exerce um papel insubstituível ao serviço do país (e que, obviamente, não será continuado pela Lan Chile ou pela Catar Airways, e, menos ainda, pela Lufthansa ou Ibéria). Temos uma empresa que funciona bem e prestigia o país, que ganhou, por mérito próprio, um papel de liderança absoluta no Atlântico Sul e um papel importante em África, que é rentável enquanto apenas companhia aérea, que é bem gerida, que dá trabalho a 8000 pessoas e paga 200 milhões de euros de impostos por ano. E o Governo quer privatizá-la, perante o silêncio geral (excepção feita a Jerónimo de Sousa). Apenas porque precisa de dinheiro e só não vende o pai e a mãe porque os não tem.

Entendam-me bem: eu nada percebo de transporte aéreo e talvez tenha criado uma espécie de relação amorosa com a
TAP difícil de explicar. Mas nestes tempos de depressão instalada, em que não parece haver qualquer sinal de esperança no horizonte, vejo a venda em saldo da TAP como um golpe final, tremendo, no meu orgulho de português. Talvez haja razões que justifiquem que o Governo diga que a venda da TAP é “prioritária”. Mas, por uma questão de respeito pelos que a fizeram e mantiveram a voar, por todos nós, que tantos impostos pagámos para a viabilizar, e por uma questão de amor-próprio — que é quase só o que nos resta — convinha que o Governo explicasse essa ‘prioridade’ e que alguém mais se preocupasse com o assunto.




terça-feira, 5 de abril de 2011

Camp. Europa 2011: A. Wirig vs. A. Korobov

Vallejo Pons,Francisco (2707)


[Event "12th ch-EUR"]
[Site "Aix-les-Bains FRA"]
[Date "2011.03.26"]
[Round "5"]
[White "Wirig, Anthony"]
[Black "Korobov, Anton"]
[Result "1-0"]
[ECO "D43"]
[WhiteElo "2480"]
[BlackElo "2647"]

1. d4 d5 2. Nf3 Nf6 3. c4 c6 4. Nc3 e6 5. Qd3 dxc4 6. Qxc4 b5 7. Qd3 Nbd7 8. e4
b4 9. Na4 Bb7 10. Bg5 Qa5 11. b3 Nb6 12. Nb2 Be7 13. e5 Nfd5 14. Bxe7 Nxe7 15.
Nc4 Nxc4 16. Qxc4 c5 17. Qb5+ Qxb5 18. Bxb5+ Kf8 19. dxc5 Rc8 20. Rc1 Bxf3 21.
gxf3 Ng6 22. Ke2 Ke7 23. Rhd1 Rc7 24. Rd4 Rb8 25. Ba4 Nxe5 26. c6 Rd8 27. Rxd8
Kxd8 28. Rc5 Ng6 29. Kd3 Nf4+ 30. Kc4 Nd5 31. Ra5 Kc8 32. Kc5 g5 33. Bb5 h6 34.
Ba6+ Kd8 35. Bb7 Ne7 36. Ra6 Nd5 37. Rxa7 Ke7 38. a3 bxa3 39. b4 Nf6 40. Rxa3
Nd7+ 41. Kb5 Nf6 42. Rd3 1-0


Taça de Portugal: Quartos-de-Final

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEinPM9e-TgJrXmGS116Cxu-lJGH6dVzY-yEMmI6Hjhs4anx6q15JbTzHCHqpgBRReeHF7G3VR5j4EL-ndVugScWLFpzYls4udShsfDw_aB5mInhmFqQj1sBnu1DQ76usruBetuLFaGkNhM/s220/FPX.bmp


Disputou-se no passado fim de semana os quartos-de-final (5ª ronda) da Taça de Portugal 2011. Foram os seguintes os resultados e parciais:


click na imagem para a aumentar...


As equipas que saíram vencedoras vão então disputar a Final Four da XXXIII Taça de Portugal a realizar a 28 e 29 Maio em local ainda a designar.

Assim, as equipas apuradas após a realização dos quartos de final são as seguintes:
  • ACR Vale de Cambra/OSCACER
  • GD Dias Ferreira "A"
  • Grupo Xadrez do Porto "A"
  • Moto Clube do Porto "A"

Ainda de notar nestes quartos-de-final a vitória de Gustavo Pires (Clube Galitos) sobre o GM Luís Galego (ACR Vale de Cambra) no primeiro tabuleiro !!!



Todos os detalhes sobre os resultados dos quartos de final podem ser vistos no ficheiro publicado na página da FPX sobre a Taça de Portugal.

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