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segunda-feira, 8 de junho de 2015

Casa do Xadrez na 1ª página da edição impressa de O Mirante



Ora aqui estão mais noticias sobre o Xadrez Ribatejano, mais propriamente, sobre nós:  Casa do Xadrez de Alpiarça !

Com honras de 1ª página !!!





Click na imagem para a aumentar e conseguir ler melhor...



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sábado, 6 de junho de 2015

Casa do Xadrez na 1ª página de O MIRANTE


O MIRANTE.PT


Desporto

Há 20 anos que uma equipa ribatejana não participava no escalão máximo da modalidade
Casa do Xadrez de Alpiarça em festa pela subida à 1ª divisão nacional


foto
Edição de 2015-06-04

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A Casa do Xadrez de Alpiarça garantiu a subida à primeira divisão nacional da modalidade, naquele que é um feito histórico, por representar o regresso de uma equipa ribatejana ao escalão máximo do xadrez nacional, 20 anos depois de um clube de Rio Maior. No campeonato da 2ª divisão, série B, a Casa do Xadrez de Alpiarça, um clube pequeno e só com jogadores do distrito (um total de 12 mas apenas seis participaram no campeonato da 2ª divisão), foi primeira classificada entre oito equipas, somando cinco vitórias, um empate e uma derrota.
“Esta subida de divisão está a ser vivida com muito entusiasmo. Para um clube pequeno como o nosso, que é feito de gente da terra (não pagamos a ninguém para jogar por nós), isto é extraordinário”, conta a O MIRANTE Pedro Vinagre, que jogou na 1.ª divisão há 20 anos, tal como Carlos Nascimento e Vítor Ferreira. Os três vão agora regressar ao escalão máximo, pelo emblema de Alpiarça.
Como factores que contribuíram para a subida de divisão, os jogadores do clube apontam o momento de forma “brutal” pelo qual todos passaram ao mesmo tempo, e a união, pelo facto do núcleo de jogadores ser o mesmo há 20 anos, bem como o próprio estilo de jogo, baseado numa escola de “xadrez polémico”, denominação utilizada para quem joga correndo mais riscos. O estudo prévio do adversário e dos seus movimentos habituais no tabuleiro de xadrez, facilitado por um software cada vez mais evoluído, também contribuiu para o êxito.
As estratégias próprias do xadrez, essas, não faltaram durante os jogos. “Quando estamos 4 contra 4 analisamos os jogos dos nossos companheiros e podemos tomar acções no nosso tabuleiro de acordo com aquilo que está a decorrer nos outros. Se verificamos que um companheiro está com um jogo melhor que o adversário, se calhar já arriscamos menos no nosso tabuleiro. Às vezes joga-se mais devagar para ver o que vai acontecer nos outros jogos”, explica Pedro Diogo, outro elemento do grupo.
Na próxima época, na 1ª divisão nacional, todos os elementos da equipa estão preparados para uma presença modesta, pelo facto de as realidades serem completamente diferentes. Enquanto umas equipas pagam a jogadores estrangeiros, alguns do top 100 mundial, para jogarem por elas, outras, como a Casa do Xadrez de Alpiarça, jogam apenas com portugueses não profissionais (a maioria são bancários mas também há informáticos, contabilistas, enfermeiros e funcionários públicos).
“Vamos perder os jogos todos. A disparidade do nível de xadrez é muito grande. Não há comparação, é surreal. A maioria deles são profissionais. Enquanto nós acordamos de manhã para ir trabalhar, a vida deles é acordar de manhã para jogar xadrez. Estamos a falar de jogadores que são do top 100 mundial. De certeza que vamos aprender muito. Vai ser como se estivéssemos a fazer um estágio com os mestres todos. Vamo-nos divertir e tentar surpreendê-los”, diz mais um elemento da equipa, Miguel Barriga.



Link para esta noticia da edição online:  http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=707&id=109592&idSeccao=12712&Action=noticia#.VXBVA0ZtVJM



Publicaremos mais noticias impressas nos próximos dias...

Isto tem sido um inflow de tal ordem que... não há tempo para processar tudo no nosso riquíssimo blog !  Tenham calma e paciência connosco...

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domingo, 17 de maio de 2015

Casa do Xadrez em O Mirante.PT



Desporto 12 Mai 2015, 13:41h
Casa do Xadrez de Alpiarça sobe à 1ª divisão nacional




A Casa do Xadrez de Alpiarça garantiu, no fim-­de-­semana de 9 e 10 de Maio, a subida à primeira divisão nacional da modalidade, naquele que é um feito histórico, por representar o regresso de uma equipa ribatejana ao escalão máximo do xadrez nacional, 20 anos depois.

No campeonato da 2ª divisão, série B, a Casa do Xadrez de Alpiarça, um clube pequeno e só com jogadores do distrito, foi primeira classificada entre oito equipas, somando cinco vitórias, um empate e uma derrota.

Os vencedores das séries A (GX 113), B (Casa do Xadrez de Alpiarça) e C (Sporting) da 2ª divisão nacional vão agora disputar o título de campeão nacional. Os três já têm garantida a subida de divisão.



Link:  http://www.omirante.pt/index.asp?idEdicao=54&id=82008&idSeccao=419&Action=noticia#.VViHhPDJCUk 

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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Faleceu Augusto Dias



É com profunda consternação e pesar que daqui enviamos sentidos pêsames à família e amigos do Alverca Augusto Dias.

Aos Peões de Alverca enviamos igualmente o nosso grande sentido de pesar.

 Na foto: Augusto Dias no Jornal 'O Mirante', na sua ultima grande entrevista a este jornal, no ano passado.  Podem rever toda essa entrevista, AQUI!
Mais um grande 'carola' do Xadrez que parte...

Demais detalhes em Alverca-X

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Casa do Xadrez de Alpiarça em 'O Mirante'




Há pois é bébé !!! O Victor vai trabalhar para voltar a ser campeão... Campeão pela Casa do Xadrez e com toda a nossa ajuda e apoio !   Isto pode dar 'azia' a alguns...

Tomem lá umas pastilhas para ajudar !


sábado, 25 de janeiro de 2014

Alpiarça é o refúgio...



Instalações cedidas pela junta de freguesia acolhe o clube dedicado à modalidade 

 
Alpiarça é o refúgio para os resistentes do xadrez da zona de Santarém


foto
A Casa do Xadrez de Alpiarça tem cerca de 10 anos de vida, mas os seus jogadores são homens com muitos anos da modalidade. Começaram em Rio Maior há mais de três décadas, passaram por Santarém e fixaram-se em Alpiarça, onde desenvolvem a sua actividade com grande entusiasmo.

Edição de 2014-01-21




São 14h30 de sábado dia 18 de Janeiro os xadrezistas entram no edifício cedido pela Junta de Freguesia de Alpiarça para mais uma jornada do Campeonato Nacional da Segunda Divisão. Os amigos do Bombarral chegam e os apertos de mão e as saudações sucedem-se. Às 15h00, os relógios começam a contar e, para muitos, o jogo deve ser resolvido tão cedo quanto possível. 

“Nunca se sabe quanto tempo irá demorar uma partida, excepto no caso do jogo rápido”, explica Carlos Nascimento, dirigente do clube alpiarcense. O dirigente, que joga há mais de três décadas, refere que a Casa do Xadrez de Alpiarça continua a remar contra a maré.

 “Jogamos por gosto e temos algumas dificuldades. Não tem sido fácil levar o xadrez avante. O projecto começou com o António Russo, depois de jogarmos durante muitos anos em Rio Maior e Santarém. Temos sobrevido financeiramente com as cotas dos sócios e com o favor da junta de freguesia que nos cedeu estas instalações sem nos cobrar renda”.

“Desportivamente temos disputado o Campeonato Nacional da Segunda Divisão, já temos uma idade avançada e não podemos ir muito mais além. Chegámos a disputar o Campeonato da Primeira Divisão, mas se não houver rejuvenescimento na modalidade corremos o risco de ficar pelo caminho. Precisamos de captar juventude para a modalidade”, disse com alguma tristeza Carlos Nascimento.
Os dirigentes da Casa do Xadrez de Alpiarça já se disponibilizaram junto da câmara municipal e junta de freguesia para iniciativas em relação aos mais jovens, mas não conseguiram uma resposta concreta. “Precisamos de gente jovem para que a modalidade não morra em Alpiarça”, disse.
O distrito de Santarém chegou a ter muitas equipas, mas as coisas foram morrendo. “As entidades oficiais deixaram de olhar para a modalidade e os jovens desinteressaram-se, têm outras coisas com que se entreter e o xadrez ficou para trás”, afirmou Carlos Nascimento, acrescentando que “é pena que ao nível do desporto escolar não se desenvolva a modalidade. Até porque o xadrez é importante para ajudar a capacidade de análise e no desenvolvimento mental dos jovens”.
Nesta altura a Casa do Xadrez de Alpiarça conta com a participação de uma dúzia de jogadores. “Normalmente não nos conseguimos juntar todos, somos um grupo um pouco disperso e as deslocações são feitas nos nossos transportes e ficam caras. Mas temos sempre a possibilidade de formar a equipa para nos representar no campeonato”, garante Carlos Nascimento.
No jogo do fim-de-semana a Casa do Xadrez de Alpiarça venceu 2,5 - 1,5 a Casa do Povo do Bombarral, foi motivo de satisfação para os jogadores alpiarcenses. “Mas o que fica sempre é o convívio do final da jornada”, referiu Carlos Nascimento.
 

Vítor Ferreira é actualmente vice-campeão nacional de veteranos.

Vítor Ferreira é o capitão da equipa da Casa do Xadrez de Alpiarça. Foi campeão nacional de veteranos em 2013 e este ano acabou no lugar de vice-campeão. “Jogo xadrez por gosto, já ando nisto há muitos anos e ainda não sei quando vou parar”, garante.
O título de campeão foi uma das suas principais vitórias na modalidade e o facto de este ano ter sido vice-campeão não desmotiva Vítor Ferreira. “Só posso garantir que vou continuar a trabalhar para voltar a ser campeão”.

Para Vítor Ferreira jogar xadrez a este nível é complicado. “É preciso gostar muito da modalidade e ter algumas possibilidades monetárias, as deslocações e inscrições são pagas por nós. É também por isso que a juventude se afasta da modalidade”.

Para Vítor Ferreira o futuro da modalidade em Portugal não é muito animador. “Na região de Santarém nem sei se há futuro. No resto do país pelo que me é dado a observar a modalidade tem vindo a regredir. Se não houver uma aposta séria no rejuvenescimento, o mais natural é a modalidade ficar confinada a Lisboa e Porto”, garante.


Link:  http://semanal.omirante.pt/index.asp?idEdicao=636&id=97547&idSeccao=11120&Action=noticia

in O Mirante de 21-01-2014

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Um “Pinéu” que dá cartas no xadrez mundial por correspondência






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O xadrezista Francisco Carapinha, ao serviço da Selecção de Xadrez de Cabo Verde, empatou com Tunç Hamarat, o 16.º Campeão Mundial de Xadrez por Correspondência, num jogo a contar para fase preliminar da 20.ª Olimpíada de Xadrez por Correspondência.






Francisco Carapinha é natural de Ulme, concelho da Chamusca, terra onde viveu a sua infância e adolescência, estudou na Escola Secundária de Chamusca e no Liceu Nacional de Santarém, e está radicado em Cabo Verde há 12 anos.

Em Portugal jogou xadrez no Centro Desportivo e Juvenil de Ulme e no Grupo de Xadrez de Santarém, colectividades que já foram extintas. Mas foi daí que levou os ensinamentos da modalidade que lhe permitiram chegar a capitão da selecção de Cabo Verde e a disputar vários torneios internacionais, onde se bateu com alguns dos melhores xadrezistas mundiais, como é o caso do campeão turco Tunç Hamarat. 

Francisco Carapinha é um autodidacta, iniciou a sua caminhada no xadrez de uma forma insólita. No dia em que fez 12 anos ofereceram-lhe um perfume que trazia como oferta um mini-jogo de xadrez e também uma pequena resenha das regras do jogo. “Na altura estudava na Escola Eng. Belard da Fonseca, hoje Escola Secundária da Chamusca, interessei-me pela modalidade e comecei a tentar entrar no jogo através dessa resenha. A Revolução do 25 de Abril de 1974 tinha sido há pouco tempo e o desporto estava em marcha acelerada e eu entrei na onda”, disse. 

Através da então Direcção Geral dos Desportos (DGD) fundou a Secção de Xadrez do Centro Desportivo e Juvenil de Ulme. “Depois a convite da DGD participei numa simultânea realizada na Feira Nacional da Agricultura em que joguei com um dos mestres internacionais portugueses da altura, o Joaquim Durão. A partir daí já não parei, participei em várias competições regionais e nacionais, e organizaei vários torneios de xadrez em Ulme, principalmente na altura das festas populares”, avança Francisco Carapinha.

Enquanto estudou na Escola da Chamusca, Francisco Carapinha foi jogando em Ulme e lendo tudo o que conseguia sobre a modalidade. Mais tarde foi estudar para Santarém e foi aí que desenvolveu mais a sua vocação para o xadrez. “Passei a jogar pelo Grupo de Xadrez de Santarém, onde se encontravam alguns dos melhores jogadores de xadrez da região. Logo no início fui vice-campeão distrital de juvenis. Hoje aqui em Cabo Verde recordo alguns amigos, que jogam agora na Casa de Xadrez de Alpiarça”, disse.

Foram bons tempos para o xadrez em Portugal e Francisco Carapinha conseguiu criar três núcleos no concelho da Chamusca, em Ulme, Carregueira e Vale de Cavalos. Depois de terminar os estudos, Francisco Carapinha foi trabalhar para a Câmara Municipal de Coruche, como animador sócio-cultural e desportivo. “Aí fui o responsável pela implementação da modalidade naquele concelho, chegando a ter cerca de 2.000 miúdos a participar e a aprender a jogar, consegui mesmo levar para Coruche a sede da Associação de Xadrez de Santarém”. 

“Saí de Portugal com 39 anos, tinha uma namorada cabo verdeana, com quem acabei por casar e em 2001 acabei por apostar tudo em Cabo Verde. Durante alguns anos parei com a modalidade, mas depois de arrumada a casa, voltei em força. Em 2008 organizei um Festival de Xadrez trazendo cá o então campeão de Portugal, que já não via há muitos anos. Na altura era vice-presidente da Associação de Xadrez de S. Vicente (ilha onde vivo), e o evento serviu para o despertar do xadrez em Cabo Verde. Foi um grande marco e um ponto de viragem do xadrez crioulo. Um ano depois fui eleito presidente da referida Associação, cargo que continuo a exercer. Em 2010 consegui que Cabo.

Verde fosse aceite como membro afiliado (sem voto no congresso e sem poder participar nas Olimpíadas de xadrez na ICCF - International Correspondence Chess Federation. Fruto da minha insistência, consegui que a Selecção de Cabo Verde participasse nas 20.as Olimpíadas de Xadrez por Correspondência e que este ano fosse aceite como membro de pleno direito. Por decisão dos restantes elementos directivos, tenho sido o capitão de todas as selecções de Cabo Verde de Xadrez e por convite do director da Zona 4 da ICCF sou o capitão de uma selecção da África/Ásia que está a disputar o 7.º interzonal (uma espécie de taça das confederações)”, refere Francisco Carapinha com entusiasmo. 

O empate com o campeão do mundo foi sem dúvida o ponto mais alto da carreira de Francisco Carapinha no xadrez. “Não só pela vertente pessoal como o que pode representar para Cabo Verde. Um país tão pequeno e pobre conseguir que um jogador ao serviço de uma sua selecção empate com um campeão do mundo é formidável”, diz com redobrado entusiasmo.

A mãe continua a viver em Ulme e o irmão no Entroncamento

A família de Francisco Carapinha continua a viver em Portugal, a mãe vive em Ulme, “onde sempre viveu”, e a irmã vive no Entroncamento. Mas o contabilista de profissão, tem muita família chegada na Chamusca, e não consegue fugir às suas raízes. “Sou contabilista inscrito nas Ordens de Cabo Verde e Portugal e sou sócio maioritário da empresa Pinéu - Comércio e Serviços, Lda. Tenho orgulho em ser pinéu (nome porque são designados os naturais de Ulme)”.

Embora considere que vai ser difícil regressar definitivamente, Francisco Carapinha vem frequentemente a Portugal, tanto em lazer como quando lhe junta a oportunidade de jogar. “Estive em Ulme e na Chamusca o Verão passado só por lazer e há um ano atrás além do lazer estive também a participar num torneio em Fornos de Algodres. Regressar a Portugal definitivamente é difícil, pois tenho a vida organizada e estabilizada em Cabo Verde. Os meus negócios e interesses estão aqui, no entanto nunca digo que “desta água não beberei”.

Para quando a homenagem a Manuel Martinho Lopes

Em Portugal, além do CDJ Ulme e do G. X. Santarém, Francisco Carapinha jogou no Ávila Atlético Clube, no Grupo de Xadrez de Coruche, no Grupo Desportivo Diana de Évora (onde em 2010 foi um dos jogadores que participou na campanha que levou à conquista da Taça de Portugal) e na Associação Académica de Coimbra.

Mas a sua primeira memória da modalidade no distrito de Santarém, chama-se Manuel Martinho Lopes. “Por certo o melhor jogador do distrito de todos os tempos. Com a alcunha do “Barba Negra”, era o terror dos tabuleiros e um artista. Estar com ele era a certeza de momentos de boa disposição com as hilariantes histórias que contava. Colaborou muitas vezes comigo indo fazer, gratuitamente, simultâneas a Ulme. Foi meu adversário e meu colega no Grupo de Xadrez de Santarém e mais tarde no Grupo de Xadrez de Coruche quando também trabalhou na câmara daquela vila. Infelizmente está com uma doença que não lhe permite jogar”, lamenta Francisco Carapinha. 

“O distrito de Santarém, pelo que ele fez no xadrez, deve-lhe uma homenagem. Um torneio nacional organizado no distrito e denominado “Martinho Lopes”, talvez fosse um bom princípio. Até eu iria, propositadamente se necessário, aqui de Cabo Verde para jogar esse torneio e tenho quase a certeza que os melhores jogadores nacionais lá estariam”, garante o xadrezista.


in Jornal O Mirante
Edição de 2013-12-19








quinta-feira, 23 de maio de 2013

Augusto Dias entrevistado pelo jornal O Mirante




Aos 78 anos é jogador e presidente do Grupo de Xadrez Peões de Alverca
Augusto Dias é um apaixonado do xadrez que lamenta a falta de interesse dos jovens 









“Cheque” e “Cheque Mate” serão duas das palavras que Augusto Dias mais terá dito ao longo dos 78 anos que leva de vida. O interesse pelo xadrez surgiu quando vivia em Angola e foi-se tornando paixão com o passar dos anos. Ajudou a criar o Grupo de Xadrez Peões de Alverca, em 1992, onde é actualmente presidente da direcção. Já foi duas vezes campeão distrital de Lisboa, em veteranos, a última das quais na época que finda.

Augusto Dias passa diariamente pela sede do Grupo de Xadrez Peões de Alverca. Fá-lo como presidente da direcção dos Peões mas sobretudo pelo amor à modalidade que começou a seguir com 16 anos, acicatado pelos duelos televisivos entre Fischer e Spassky. Tem 78 anos e uma vida dedicada ao xadrez, à mistura com alguns títulos, como o de campeão distrital de Lisboa em veteranos, o segundo dos quais alcançado na época 2012-2013. Obteve seis vitórias e uma derrota, o mesmo que outros jogadores, mas ganhou no desempate. Ainda em Angola, onde viveu até ao 25 de Abril, foi campeão provincial de xadrez no ano de 1968.

No pavilhão cedido pela Câmara de Vila Franca de Xira, onde funcionou a velha sede da Filarmónica Alverquense, funciona a base dos Peões de Alverca no primeiro andar, por cima do Cegada Grupo de Teatro. É onde Augusto Dias passa boa parte do dia, geralmente de tarde. Há 11 mesas e 11 tabuleiros montados, além de outros guardados. “Costumo estar sempre aqui a partir da tarde, uma vez que estou aposentado. Ao final da tarde vão chegando outros colegas e vamos jogando umas partidas por diversão”, conta Augusto Dias, despachante da alfândega na reforma.
Augusto Dias encontra mais razões para jogar xadrez. Além da beleza dos movimentos das peças e da estratégia exigida, o xadrez confere disciplina e concentração, sendo excelente para trabalhar a mente. “Este trabalho mental é uma forma de combater o aparecimento da Alzheimer”, garante.

Aliás, toda a sua vida Augusto Dias tem tentado fazer crescer o xadrez por onde tem passado. A história dos Peões de Alverca começa em 1992 mas Augusto Dias fez várias tentativas de criar grupos de xadrez em diversos emblemas por onde passou, mas a modalidade acabava sempre preterida.

“Um dia íamos jogar com uma equipa de Lisboa quando estávamos integrados nos bombeiros de Alverca e jogámos na sala da direcção. Passava das 11 da noite e aparece um bombeiro a dizer que queria fechar o quartel, e fechou mesmo. Tivemos de parar o jogo”, recorda hoje com um sorriso Augusto Dias, mas na altura ficava revoltado com as facadas que davam no xadrez e nos seus adeptos. “O problema ainda hoje é o futebol e boa parte dos casos. Noutras colectividades de cultura, gostam mais de música e outras actividades”, acrescenta.

Augusto Dias criou uma secção de xadrez em Arroios, mas num dia em que iam jogar contra outra equipa estava um grupo a jogar às cartas. Perderam por falta de comparência. Passou pelo selecto Ávila Atlético Clube mas perdeu a “batalha” para os jogadores de póquer. Já em Vila Franca tentou criar uma secção na Cooperativa Alves Redol, no Ateneu, nos Bombeiros de Alverca, mas foi sol de pouca dura. Cansado de tanta falta de solidariedade com o xadrez, ajudou a criar os Peões de Alverca em 1992, que esteve alguns anos integrado na Filarmónica Alverquense, até se tornar um clube independente.

O clube joga na II Divisão Nacional mas também já alcançou um título da I Divisão. E garantem que se um dos mestres da equipa principal deste ano tivesse jogado em mais ocasiões, teriam ficado em primeiro da sua série e não em terceiro.

Os Peões de Alverca contam com cerca de 30 atletas federados. Os melhores participam na Nacional da II Divisão. Há ainda a participação de vários jogadores em torneio distritais, no campeonato de Lisboa de veteranos, na Taça de Lisboa, onde vão à frente da classificação, ou no próprio torneio organizado pelo clube em Junho. Jovens a praticar são poucos e os computadores vieram lançar alguma confusão. “Se por um lado eles aprendem a jogar xadrez no computador, o que é bom, por outro passam a querer jogar apenas nesse meio, e perdem o contacto com o tabuleiro e com as peças”, explica Manuel Rocha, vogal da direcção dos Peões.


in O Mirante -15 Mai 2013





quarta-feira, 10 de abril de 2013

Victor Ferreira no jornal 'O Mirante'



Aqui ficam alguns exemplos dos ecos da vitória do Victor Ferreira nos recentes Camp. Nac. de Veteranos realizados em Fátima. 

O Victor conseguiu dois títulos nacionais em três. O terceiro escapou mesmo só porque ele não quis ir lá de manhã cedo. Ficou a dormir...  eh eh eh... Estava imparável este ano !

Estas notícias saíram tanto na edição online como nas edições escritas da maioria do jornais , blogs e sites locais / regionais aqui à volta. 

Ainda as andamos a recolher todas para as guardar....







Nota: click nas imagens para as ampliar...


sexta-feira, 15 de março de 2013

Questões de linguagem...



A Lei nº 46/2005 estabelece, explicitamente, que «O presidente de câmara municipal e o presidente de junta de freguesia só podem ser eleitos para três mandatos consecutivos».

Dito isto, e apenas isto, parece não haver qualquer dúvida de que a finalidade da lei é evitar a eternização dos autarcas. Findos três mandatos consecutivos, os sehores presidentes cessam funções, ponto. E percebe-se que assim seja, porque já Eça de Queiroz dizia: "Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente e pela mesma razão"...


por Eduardo Martinho
in jornal O Mirante, de 07/03/2013

quarta-feira, 4 de maio de 2011

O Mirante: Casa do Xadrez com honras de 1ª Página !


click nas imagens para as aumentar...


Aqui fica o texto completo da notícia para mais fácil leitura:


« Desporto

Jogadores juntam-se todas as sextas-feiras à noite para descomprimirem de uma semana de trabalho e aproveitam para treinar

Clube de Xadrez de Alpiarça sobe à segunda divisão nacional


Jogadores entre os 29 e 61 anos, com diversas actividades profissionais, mas sobretudo amantes do xadrez, juntam-se semanalmente com olhos postos nos tabuleiros e nas peças. Juntam o puro amadorismo ao sucesso desportivo em Alpiarça.


Todas as sextas-feiras à noite os jogadores do Clube de Xadrez de Alpiarça cumprem o mesmo ritual. Juntam-se na sede do clube no primeiro andar do edifício onde até à década de 70 funcionou a escola primária. Jogam partidas de xadrez, dando indicações das melhores tácticas e apontando os erros das jogadas.

Em cima da mesa da sala dois tabuleiros de xadrez prontos a serem utilizados. Os relógios cronometram o tempo para as partidas serem o mais aproximado possível com os campeonatos que disputam. O whisky, as cervejas e os cigarros ajudam a estimular o raciocínio das jogadas e a descomprimir de uma semana de trabalho. Na estante, junto à janela que dá acesso à varanda, a maior parte dos livros apresenta possíveis jogadas de xadrez e a continuidade dessas jogadas.

A equipa de xadrez de Alpiarça conquistou o primeiro lugar da sua série disputando a segunda divisão nacional da modalidade na próxima época desportiva. Um lugar pelo qual lutavam há algum tempo desde que há três anos desceram à terceira divisão nacional por questões administrativas. “Há três anos a Federação emitiu um novo regulamento em que as equipas que não tivessem jogadores jovens inscritos e a participarem nas provas teriam que descer de divisão. Foi uma injustiça mas não tivemos hipótese porque não tínhamos jogadores com as idades que eles queriam”, justifica Pedro Vinagre.

“O xadrez não é para cromos nem para inteligentes”

Apesar de se chamar Clube de Xadrez de Alpiarça a maioria dos jogadores é de Santarém, sendo que um é de Rio Maior. A equipa começou por jogar, na década de 70, em Santarém. Entretanto, quando a autarquia lhes retirou a sala onde treinavam e mudaram-se para Rio Maior onde jogaram durante vários anos. Há cerca de cinco anos um dos colegas de Alpiarça arranjou um espaço na vila e a formação mudou-se para a localidade alterando também o nome da equipa.

A Casa do Xadrez de Alpiarça é composta por vários jogadores com idades entre os 29 e 61 anos, com diferentes profissões. Informáticos, professores, bancários, antigos oficiais da Marinha juntam-se semanalmente para desfrutarem de uma paixão comum: o xadrez. Os jogadores concordam que o xadrez ainda é visto por “muita gente” como um bicho-de-sete-cabeças mas garantem que essa teoria não passa de um mito. “O xadrez não é só para cromos nem para inteligentes. O xadrez é para todas as idades para inteligentes e menos inteligentes. É um jogo que é tudo menos parado. Quem está dentro do jogo sente a movimentação que se passa em cima de um tabuleiro”, esclarece Luís António, auditor bancário.

Luís António garante ainda que o xadrez desenvolve e estimula o raciocínio humano e que vários estudos realizados provam que os alunos que praticam xadrez apresentam melhores resultados a nível de aprendizagem. “Em vez de oferecerem playstations podem oferecer um tabuleiros com as peças de xadrez. É mais barato e mais enriquecedor”, garante Pedro Vinagre.

O próximo objectivo da Casa do Xadrez de Alpiarça é regressar à primeira divisão nacional onde já jogou durante vários anos. Os jogadores têm noção que será difícil manterem-se na primeira divisão uma vez que a maioria dos participantes joga a um nível profissionais e as suas vidas profissionais não lhes permite dedicarem-se à modalidade a tempo inteiro. O grupo prefere continuar a manter o seu ritual de se juntarem todas as sextas-feiras pela madrugada dentro a conviverem enquanto estimulam o cérebro com mais umas partidas de xadrez. »


por jornal O Mirante

segunda-feira, 2 de maio de 2011

O Mirante: Xadrez de Alpiarça...

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quinta-feira, 14 de abril de 2011

O Mirante e a Casa do Xadrez de Alpiarça

click na imagem para conseguir ler a notícia...
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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

O Picoto morreu...

Conforme notícia do jornal O Mirante desta semana, o pobre José Picoto foi encontrado morto em casa.

foto
O "cromo nº1" de Santarém morreu...

Desde puto pequeno que me lembro deste homem deambular pelas ruas da cidade e ao contrário do que acontecia com outros, com este ninguém gozava abertamente.

A boina preta “à Che Guevara” era uma das suas imagens de marca, depois andava sempre com T-Shirts revolucionários ou anti-sistema.

Já falámos do Picoto neste blog diversas vezes, se procurarem aqui pela palavra "Picoto" encontram vários vídeos sobre esta personagem.


Lembro-me de outros cromos da cidade como: a "Velha dos Gatos" ou o "Stanislau" ou o ... não me lembro já do nome, mas era um gajo que andava sempre com uma pasta de executivo e sempre a fazer palhaçadas, piadas ou graçolas aqui e ali.... estes 3 já partiram. Agora acho que só sobra o "Tibi" e o Asdrubal... é a vida.

« Foi encontrado morto esta quarta-feira, 19 de Janeiro, em sua casa, José Picoto. A figura conhecida da cidade de Santarém tinha 77 anos e vivia no centro da cidade numa casa de habitação social da autarquia. O idoso, que era militante do PCP, foi encontrado morto depois de técnicas da Acção Social da Câmara de Santarém terem “estranhado” a sua ausência pelas ruas da cidade onde costumava passear diariamente. Estranharam também o facto de as luzes de sua casa estarem “permanentemente” ligadas.

Dada a desconfiança comunicaram a suspeita à PSP de Santarém que esteve no local até à chegada do médico para confirmar o óbito. Em Fevereiro de 2009 O MIRANTE fez uma entrevista com José Picoto no Estabelecimento Prisional das Caldas da Rainha onde esteve detido durante quatro meses por injúrias a um oficial de polícia e uma multa que disse nunca ter recebido notificação para pagar.

Há dois anos O MIRANTE visitou José Pico no Estabelecimento Prisional de Caldas da Rainha e pode ver o vídeo clicando no link:
http://www.omirante.pt/omirantetv/index.asp?IdEdicao=53&idSeccao=540&id=28611&Action=noticia »


Gostava de colocar mais este vídeo aqui no blog mas parece que o mesmo já não se encontra disponível... Vou procurar e prometo coloca-lo aqui assim que o encontrar na net.

Mais: Cravos vermelhos e a bandeira do PCP na despedida a José Picoto ...


M. Barriga

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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

António Rola substituído no INATEL de Santarém

http://www.omirante.pt/images/logo.gif


Sobre esta noticia publicada no jornal O Mirante há umas semanas, António Russo comentou na " A Palavra dos leitores" :

« O senhor António Rola soube despejar o Grupo de Xadrez de Santarém com o argumento (entre outros) de que iriam fazer obras. Pelo menos tem no seu curriculum o ter conseguido acabar com o xadrez em Santarém, curiosamente numa modalidade em que o INATEL é campeão mundial e tem nos seus quadros o velho multicampeão nacional, Mestre Joaquim Durão. Acertou na mouche!!! »


Disse-o e bem ! O amigo e jogador da Casa do Xadrez António Russo não foi o único a criticar o trabalho deste... gajo. Este Rola tem muitos amigos noutros sectores também. É só haver uma noticia que envolva este gajo e os comentários sucedem-se... porque será ?

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quarta-feira, 9 de setembro de 2009

GX Santarém abaixo de cão em Santarém!




Os cidadãos valem, hoje em dia, menos que os cães! O Grupo de Xadrez de Santarém há décadas tenta arranjar um espaço na cidade onde possa praticar. Durante muitos anos a sede era no degradado pavilhão do Inatel. Depois, o Sr. António Rola – Delegado Distrital do Inatel - com o argumento de que iriam fazer obras, despejou o grupo que teve de levar os seus poucos pertences para Alpiarça. Um verdadeiro Xeque-Mate! Convém notar que o Xadrez é o único desporto em que o Inatel é campeão do Mundo!

Mas que interessa isso? Siga o futebol...!

O Grupo de Xadrez de Santarém teve a promessa de vários espaços, que por esta ou aquela razão iam sendo sucessivamente adiados ou dados a outras entidades. Agora fomos surpreendidos pela notícia de que as habitações da Escola Prática de Cavalaria estão a albergar simpáticos caninos.

Vou sugerir aos praticantes de xadrez que aguardem pelo Carnaval, se mascarem de cães e depois, por gestos ou latidos, digam aos poderes instituídos que gostariam de praticar xadrez na EPC, num dos muitos locais que ficaram vagos por via da sua transferência. Entretanto e como O MIRANTE noticiou, os 2 clubes de xadrez Escalabitanos continuam a jogar em Alpiarça.

António Russo

in O Mirante

http://www.omirante.pt/noticia.asp?idEdicao=54&id=33531&idSeccao=541&Action=noticia


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quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

Picoto no Xadrez !

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Este desgraçado que não faz mal a uma mosca é preso. Os administradores dos bancos que faliram andam à solta ! É assim este país...
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domingo, 15 de junho de 2008

Grupo de Xadrez de Santarém regressa à cidade



Noticia Saída no Jornal "O Mirante" em 12-06-2008

Temos a agradecer a "O Mirante" o espaço que tem dedicado nas suas páginas ao Xadrez. Numa altura que toda a comunicação social só tem olhos e ouvidos para o Futebol, é de louvar a abertura deste semanário Ribatejano para uma modalidade amadora, normalmente tão maltratada pelos poderes instituídos. O nosso muito obrigado em nome do GXS.